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Paulo Arantes, Vladimir Safatle e Christian Dunker Discutem as Obras de Badiou e Žižek

No dia 4 de julho de 2012, o psicanalista Christian Dunker e os filósofos Paulo Arantes e Vladimir Safatle se reuniram no Espaço Revista CULT para discutir os novos livros dos filósofos Slavoj Zizek (“Vivendo no Fim dos Tempos”) e Alain Badiou (“A Hipótese Comunista”), ambos publicados no Brasil pela Boitempo Editorial. Confira a gravação integral deste encontro.

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Confira depoimento de Christian Dunker sobre a importância de Badiou e Žižek para o pensamento contemporâneo: http://youtu.be/iAq9zSCcleM

Confira depoimento de Christian Dunker sobre a vida no fim dos tempos, segundo a teoria de Badiou e Žižek: http://youtu.be/iAq9zSCcleM

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Sobre os Livros

“A hipótese comunista”, de Alain Badiou:

Leia o texto de orelha: http://bit.ly/LdKjwl
Saiba mais: http://goo.gl/YW0Uc
Compre o ebook: http://goo.gl/JnjJt

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“Vivendo no fim dos tempos”, de Slavoj Žižek:

Leia o texto de orelha: http://bit.ly/LdKlEt
Saiba mais: http://goo.gl/BWN1m
Compre o ebook: http://goo.gl/uQ6Ay

Leia abaixo o texto de orelha do livro, escrito por Emir Sader:

“Já se falou de tudo a respeito do filósofo esloveno Slavoj Žižek: que é stalinista e anticomunista, antissemita e pró‑Israel, materialista vulgar e idealista desvairado. Ainda assim, ele não deixou de falar sobre tudo – ou quase tudo – e de nos surpreender sempre.

O ponto de partida do presente livro é simples: “o sistema capitalista global aproxima-se de um ponto zero apocalíptico. Seus ‘quatro cavaleiros do Apocalipse’ são a crise ecológica, as consequências da revolução biogenética, os desequilíbrios do próprio sistema (problemas de propriedade intelectual, a luta vindoura por matéria-prima, comida e água) e o crescimento explosivo de divisões e exclusões sociais”.

Esse é o cenário de Vivendo no fim dos tempos, que faz uma descrição implacável das catástrofes que nos ameaçam e, ao mesmo tempo, critica o catastrofismo, buscando sempre o lugar onde a história pode ser revertida.

A negação, a raiva, a barganha, a depressão e a aceitação são as plataformas a partir das quais Žižek dispara seus dardos contra a utopia liberal, a teologia política, o retorno da crítica da economia política, o surgimento do cogito proletário e, por fim, contra a causa recuperada, na qual o esloveno resgata as utopias contemporâneas.

Sua conclusão é, como sempre, paradoxal: no século XX a esquerda sabia o que fazer, mas tinha de esperar pacientemente que as condições estivessem maduras para isso. Agora, não sabemos o que fazer mas a urgência nos impele assim mesmo à ação, diante das situações catastróficas que enfrentamos.

Žižek confirma neste livro que é dos poucos autores contemporâneos indispensáveis, porque a leitura de um texto seu toca sempre nas cordas mais sensíveis da nossa razão, da nossa emoção e do nosso coração. Nunca se sai o mesmo após a leitura de um texto desse inquieto autor.”

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