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Novo Cooperativismo Vs. Novos Cercamentos

14 September, 2010 Leave a comment Go to comments

The New Cooperativism – Vol 4, No 1 (2010)

“Cooperative practices and values that challenge the status quo while, at the same time, creating alternative modes of economic, cultural, social, and political life have emerged with dynamism in recent years. The 15 articles in this issue–written by activists, coop practitioners, theorists, historians, and researchers–begin to make visible some of the myriad modes of cooperation existing today around the world that both directly respond to new enclosures and crises and show pathways beyond them. Prefiguring other possibilities for organizing life and provisioning for our needs and desires, we call these cooperative experiments the new cooperativism”

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Clique aqui para ir à página da nova revista “The New Cooperativism, na qual se encontram todos os artigos em PDF para serem baixados sem restrições. A proposta central desta nova revista é apresentar e discutir novas formas de cooperativismo que desafiam diretamente os “novos cercamentos”.

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(*) Agradeço à colega Alyssa Schneebaum por ter enviado o link.

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  1. Rafael
    14 September, 2010 at 10:00

    O governo cubano anunciou ontem que vai demitir até março de 2011 ao menos 500 mil trabalhadores estatais, ou cerca de 1 em cada 8 integrantes de sua máquina pública.
    Mais meio milhão estaria “excedente” no país. Ou seja, provavelmente será demitido numa segunda etapa.
    O corte é uma das mais importantes e delicadas medidas econômicas do país em pelo menos 20 anos.
    A demissão em massa foi comunicada pela Central de Trabalhadores de Cuba (CTG), ligada ao governo, em informe no jornal estatal “Granma”.
    A previsão é que os cortes ocorram de maneira escalonada na ilha, e comecem no mês que vem.
    A dura nota da CTG, em sintonia com os discursos do dirigente máximo da ilha, Raúl Castro, prega contra o “paternalismo” do Estado e fala que Cuba “não pode nem deve” manter um funcionalismo inflado, que gera perdas e “maus hábitos”.
    O texto prevê a redução “de vultuosos gastos sociais”, a eliminação de “subsídios excessivos” e o “estudo como fonte de emprego e aposentaria antecipada”.

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