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Arquivo para a categoria ‘Economia e Política no Mundo’

Edward Wolff e a Trajetória Histórica da Desigualdade de Renda nos EUA

15 maio, 2012 Deixe um comentário

Harold Hudson entrevista o professor Edward Wolff em seu programa “Conversations”. Originalmente aluno de Wassily Leontieff em Harvard, Wolff é hoje um dos maiores especialistas no mundo em distribuição de renda, desigualdade, e matrizes insumo-produto. Wolff também contribuiu enormemente para transformar as contas nacionais em categorias marxistas. Seu trabalho de 1987 intitulado “Growth, Accumulation, and Unproductive Activity” foi a obra que inspirou o livro “Measuring the Wealth of Nations” de Shaikh e Tonak, escrito em 1994. Nesta interessante entrevista gravada em março de 2000, o professor discute a trajetória histórica da distribuição de renda entre trabalho e capital nos EUA. Wolff também foi um dos primeiros economistas a medir e a indicar os futuros problemas causados pela crescente desigualdade de renda. Edward Wolff já havia calculado há mais de 20 anos o que hoje em 2012 discutimos sobre polarização entre trabalho e capital, antecipando em grande medida os rumos atuais da economia norte-americana.

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Richard Wolff: História e Soluções para a Crise Global

16 abril, 2012 Deixe um comentário

Em mais uma brilhante apresentação, o professor Richard Wolff mostra como o pior problema da crise global tem sido o tabu de não discutirmos criticamente o funcionamento do sistema econômico. Wolff compara a crise atual com a de 1929 e evidencia como a organização dos trabalhadores foi crucial para a criação da rede de proteção social dos anos 1930 e 1940. A grande limitação, afirma o professor, foi que as reformas implantadas não chegaram à raíz do problema, qual seja: a de que uma minoria decide como produzir, o que produzir e para quem produzir. Apesar das extensas reformas implantadas por Roosevelt, todas elas deixaram os incentivos intactos para que estas mesmas fossem desfeitas décadas mais tarde. Tudo não passou de uma questão de tempo. Ambas Rússia e China tiveram similar destino. Aboliram mercados e a propriedade privada dos meios de produção. Mas deixaram intocadas, assim como nos EUA e Europa, a estrutura hierárquica de apropriação e distribuição do excedente econômico. No chamado “socialismo real” russo e chinês, os capitalistas foram substituídos por conselhos de ministros. Mantiveram-se assim a mesma hierarquia e os mesmos incentivos para que tais reformas fossem desfeitas. Não surpreende, portanto, que países antes “socialistas” tenham entrado de cabeça na fase neoliberal de privatizações, de crescente desigualdade social e de políticas que favoreçam o livre mercado. Qualquer solução, assevera Wolff, que repita os erros do passado estará fadada a reproduzir os fracassos trágicos do século XX. O desafio é agora romper com o tabu existente e iniciar o debate acerca do sistema econômico.

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A Fábrica de Mahalla e as Origens do Levante Egípcio

1 abril, 2012 Deixe um comentário

A rede de televisão Al Jazeera recentemente produziu um excelente documentário sobre as origens da revolução popular no Egito em 2011. Com o título de Revolution Through Arab Eyes – The Factory, o documentário mostra a vida dos trabalhadores e trabalhadoras da fábrica têxtil de Mahalla, a maior e mais importante fábrica do Egito. Mahalla já chegou a ser responsável por 20% do PIB egípcio e comprava mais de 50% do algodão produzido no país. Ainda mais importante, Mahalla é uma empresa estatal onde a solidariedade entre seus trabalhadores, inclusive entre mulheres e homens, é exemplar. O documentário mostra como as seguidas greves promovidas na fábrica tinham repercussões por todo o Egito, e que finalmente culminaram na deposição de Mubarak. É interessante notar como a narrativa não cai no lugar comum de glorificar redes sociais, como Tweeter e Facebook, mas trata sim de evidenciar como a fonte da mudança social está na solidariedade e na organização política diária dos trabalhadores. Confira aqui o documentário na íntegra.

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A Doutrina do Choque

10 março, 2012 Deixe um comentário

Produzido em 2009 por Naomi Klein, o documentário A Doutrina do Choque revela a trajetória do neoliberalismo no ocidente desde o início dos anos 1970. Ao contrário do que muitos pensam, a atual fase neoliberal do capitalismo não começo com Reagan e Tatcher, senão com o golpe de Pinochet contra Salvador Allende. O 11 de setembro de 1973 no Chile abriria então as portas da América Latina para os ensinamentos da escola de Chicago. Liderados por Milton Friedman, os Chicago boys implantariam políticas econômicas radicais de abertura de mercados, desregulamentações e privatizações. O objetivo seria deixar a população e os movimentos sociais em estado de choque psicológico, desorientados e sem saber como reagir às imediatas mudanças econômicas. Confira aqui o documentário na íntegra.

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Crescimento Zero?

6 março, 2012 Deixe um comentário

Interessante entrevista com David Harvey para o GloboNews, com legendas em português. Harvey fala das recentes transformações do capitalismo e explica como o capital pôde avançar sobre a acumulação financeira ao mesmo tempo que disciplinou o trabalho de forma inédita. Harvey termina por afirmar que sua utopia seria o crescimento zero. Esta é a parte, entretanto, que não pude entender. Parece que Harvey confunde capital com expansão ampliada. Se não há expansão ampliada, o capital não pode sobreviver. O que de fato me parece estranho. O capital é capital seja em escala ampliada ou simples, sem acumulação de valor. A exploração do trabalho, a extração de mais-valor e o capital podem sim seguir existindo em escala simples. Mas Harvey parece identificar capitalismo com crescimento ilimitado. Vejam vocês o vídeo e tirem suas conclusões.

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Desigualdade de Renda e Mobilidade Social nos EUA

28 fevereiro, 2012 Deixe um comentário

Maior desigualdade de renda leva a menor mobilidade inter-geracional. Esta é a principal conclusão do economista-chefe da equipe econômica de Obama, Alan Krueger. Muito se discute nos EUA sobre a diferença entre igualdade de oportunidades e igualdade de resultados. Os que defendem o atual quadro de desigualdade econômica preferem afirmar que os EUA favorecem a igualdade de oportunidade e, dadas as oportunidades, cada um alcança resultados desiguais baseados em qualificações pessoais e talentos natos. Contudo, os dados apresentados por Krueger sustentam a tese oposta: a desigualdade de resultados está fortemente relacionada à desigualdade de oportunidades. Dessa forma, a crescente disparidade de renda dos norte-americanos reflete uma real disparidade de oportunidades.

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Protesto Contra o FMI na China

28 fevereiro, 2012 Deixe um comentário

Poucas horas atrás, um protesto interrompeu a conferência do economista-chefe do FMI, Robert Zoellick, em Beijing. A reunião era para divulgar o relatório mais recente do Fundo Monetário, em que a instituição pede por mais privatizações e abertura de mercados na China. Zoellick foi então silenciado por um manifestante chinês que rapidamente começou a distribuir panfletos contra as reformas pedidas, afirmando em voz alta que tais políticas seriam um veneno para a economia. O manifestante Du Jianguo se identificou como um pesquisador independente em economia e política. O protesto certamente ocorre em um momento crucial para o futuro da China, que passará por uma importante sucessão presidencial e cujo resultado determinará a trajetória das atuais reformas econômicas.

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Crescimento e Desigualdade

28 fevereiro, 2012 Deixe um comentário

“Much of China’s export-driven success has come at the expense of other poor countries. It is therefore a grave mistake to conclude from China’s example that all poor countries could have done, or could still do, similarly well. To be sure, the world economy is not a constant-sum game, where growth is fixed so that some can gain more only if others gain less. But export opportunities into the affluent countries’ markets are tightly limited by protectionist barriers—quotas, tariffs, anti-dumping duties, export credits and subsidies—that the richer countries have successfully insisted on being allowed to retain. These barriers contribute to making export results for the poor countries strongly interdependent. China’s exporters could succeed only by out-competing exporters from other poor countries, thereby lowering export prices, along with wages and labor standards, for all poor exporting countries. More recently, China’s huge imports have raised prices of raw materials (petroleum most notably), thus slowing the development of other poor countries dependent on imports of the same natural resources. These interdependencies surely go some way toward explaining why, outside China, the reported number of people in poverty has actually been stagnant, even rising. We must consider the full picture, not just China alone, if we want to assess, with equity and poverty concerns in mind, the growth WTO globalization has engendered. Looking at humanity at large, we find once more a relentless rise in inequality. Real incomes of the poorest 5 percent of world population declined 20 percent during 1988–1993 and another 23 percent during 1993–1998, even while real global per capita income rose 5.2 percent and 4.8 percent respectively”

- Thomas Pogge, Growth and Inequality: Understanding Recent Trends and Political Choices

A Trajetória do Poder Norte-Americano

26 fevereiro, 2012 Deixe um comentário

“American decline entered a new phase: conscious self-inflicted decline. From the 1970s, there has been a significant change in the US economy, as planners, private and state, shifted it towards financialisation and the offshoring of production, driven in part by the declining rate of profit in domestic manufacturing. These decisions initiated a vicious cycle in which wealth became highly concentrated (dramatically so in the top 0.1 per cent of the population), yielding concentration of political power, hence legislation to carry the cycle further: taxation and other fiscal policies, deregulation, changes in the rules of corporate governance allowing huge gains for executives, and so on. Meanwhile, for the majority, real wages largely stagnated, and people were able to get by only by sharply increased workloads (far beyond Europe), unsustainable debt, and repeated bubbles since the Reagan years, creating paper wealth that inevitably disappeared when they burst (and the perpetrators were bailed out by the taxpayer). In parallel, the political system has been increasingly shredded as both parties are driven deeper into corporate pockets with the escalating cost of elections, the Republicans to the level of farce, the Democrats (now largely the former “moderate Republicans”) not far behind” – Noam Chomsky, ‘Losing’ the World

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Socialismo vs. Capitalismo na China

20 fevereiro, 2012 1 comentário

O atual vice-presidente chinês Xi possivelmente se tornará o novo presidente do partido comunista e, dessa forma, também presidente da república popular da China. O mistério que ronda a sucessão presidencial reflete as disputas internas do partido comunista em relação ao projeto econômico chinês. A prevalecente correlação de forças, entre os defensores do projeto capitalista versus aqueles que desejam uma reversão da trajetória atual, ainda não nos permite prever com exatidão qual o caminho a ser adotado pela elite partidária chinesa. A sucessão presidencial na China não será portanto uma mera troca de líderes políticos, pois envolve a disputa mais profunda sobre o padrão de desenvolvimento econômico. A análise é de Minqi Li.

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Quando a Invisibilidade é o Futuro Árabe

6 fevereiro, 2012 Deixe um comentário

“Tal noção nos obriga a lembrar que, para além das questões econômicas de redistribuição de riquezas, a política é a esfera na qual demandas de reconhecimento devem ser ouvidas e implementadas. Reconhecer alguém como sujeito político significa primeiro reconhecer que seus sofrimentos e direitos são visíveis. Em nenhum outro lugar essa teoria foi tão esquecida quanto na Palestina. Durante minha viagem à Tunísia, ao Egito e a outros países da região, ficou claro como o significante que melhor organizava as demandas políticas daqueles que colocaram em marcha a Primavera Árabe era “dignidade”. Na Palestina, descobre-se mais facilmente como tal palavra foi enunciada não apenas contra ditadores corruptos como o tunisiano Ben Ali ou o egípcio Hosni Mubarak. Ela foi enunciada contra o Ocidente. Pois, se os povos árabes são tão sensíveis ao problema palestino (contrariamente à clássica insensibilidade de seus governantes), é porque veem nele o sintoma do discurso do Ocidente sobre o Oriente Médio. Ou seja, o ponto que revela o destino que o Ocidente reserva aos povos árabes, quando estes não têm petróleo, ou posição geopolítica privilegiada. O destino da invisibilidade” – Vladimir Safatle, A Cisjordânia e a “política da invisibilidade”

Alguns Pensamentos Sobre o Capitalismo Chinês

2 fevereiro, 2012 Deixe um comentário

Reuno aqui alguns pensamentos sobre o significado do crescimento chinês e sobre como o capitalismo na China se conecta com movimentos mais gerais do capital internacional. Se desejamos entender melhor como a economia mundial funciona, devemos então passar do nível dos estados-nação para o nível das classes sociais. Uma análise mais profunda das relações comerciais entre China e EUA não pode ficar restrita ao plano nacional. Devemos entender o movimento do capital norte-americano dentro do território chinês, e como este capital com origem nos EUA se relaciona com as especificidades do mercado de trabalho na China. O resultado, ao que tudo indica, é o reposicionamento do neoliberalismo econômico em novas bases.

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A Rede Internacional de Endividamento

5 janeiro, 2012 Deixe um comentário

Quem deve o quê e a quem? A BBC de Londres preparou um gráfico interativo para evidenciar a rede internacional de endividamento entre EUA, membros da Zona do Euro, Inglaterra e Japão. O gráfico é realmente muito interessante e instrutivo, com dados específicos sobre cada país, seu nível de endividamento externo, e como credores e devedores estão conectados internacionalmente. Basta clicar sobre cada país para obter o gráfico dos fluxos de dívida. As flechas são proporcionais ao volume de endividamento e à direita pode-se ter mais informações acerca do país selecionado. Clique aqui para ir à página do “Eurozone debt web: Who owes what to whom?

Analisando os Dados sobre os Soldados Mortos na Guerra do Afeganistão

4 janeiro, 2012 Deixe um comentário

No décimo aniversário da guerra no Afeganistão, a State University of New York (SUNY) em Stony Brook preparou um relatório sobre a composição étnica, origem geográfica, nível de educação, nível de renda, bem como as razões para entrar no exército, dos soldados norte-americanos mortos em combate. O relatório foi preparado com dados dos obituários de todos os 1,446 homens e mulheres que morreram entre 2001 e 2010. Leia aqui o relatório completo, intitulado “American Military Deaths in Afghanistan, and the Communities from Which These Soldiers, Sailors, Airmen, and Marines Came“, de autoria de Michael Zweig, Michael Porter e Yuxiang Huang.

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Duménil: “O Mundo Já Ingressou na Segunda Fase da Crise”

21 dezembro, 2011 Deixe um comentário

“O mundo já ingressou na segunda fase da crise. É fácil compreender as razões. A primeira fase atingiu o pico no outono de 2008, quando caíram as grandes instituições financeiras estadunidenses, quando começou a recessão e quando a crise se propagou para o resto do mundo. As lições da crise de 1929 foram bem aprendidas. Os bancos centrais intervieram massivamente para sustentar as instituições financeiras (com medo de uma repetição da crise bancária de 1932) e os déficits orçamentários dos Estados atingiram níveis excepcionais. Mas essas medidas keynesianas, estimulando a demanda, só podiam ter por efeito uma sustentação temporária da atividade. Os governos dos países do centro ainda não tomaram consciência do caráter estrutural da crise. Eles agem como se a crise tivesse sido puramente financeira, já ultrapassada; entretanto, as medidas keynesianas só criaram um sursis. Nenhuma medida antineoliberal séria foi tomada nos países do centro. São apenas políticas que visam o reforço da exploração das classes populares”.

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Eduardo Galeano: O Direito ao Delírio

14 dezembro, 2011 Deixe um comentário

¿Qué tal si deliramos, por un ratito? Vamos a clavar los ojos más allá de la infamia, para adivinar otro mundo posible:

el aire estará limpio de todo veneno que no venga de los miedos humanos y de las humanas pasiones;

en las calles, los automóviles serán aplastados por los perros;

la gente no será manejada por el automóvil, ni será programada por la computadora, ni será comprada por el supermercado, ni será mirada por el televisor;

el televisor dejará de ser el miembro más importante de la familia, y será tratado como la plancha o el lavarropas;

la gente trabajará para vivir, en lugar de vivir para trabajar;

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Da Escassez ao Excesso e Desperdício

12 dezembro, 2011 Deixe um comentário

A maioria das pessoas, assim como o faz a teoria econômica tradicional, insistem em caracterizar o capitalismo como um sistema de escassez. Famosa tornou-se a definição de ciência econômica como a ciência social que estuda a “produção e distribuição de recursos escassos para fins determinados”. A realidade do capitalismo, entretanto, nos fornece fortes evidências de que ambas produção e distribuição referem-se a bens e serviços em excesso. Longe de um mundo de escassez, o atual sistema econômico acumula estatísticas sobre o desperdício sistemático de recursos.

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Inside Job

4 dezembro, 2011 Deixe um comentário

Confira aqui na íntegra o documentário que marcou 2010 ao levar a público as estreitas e perniciosas relações entre economistas e a crise nos EUA e Europa. Escrito e dirigido por Charles Ferguson, Inside Job revela como diversos grupos se envolveram profundamente com a expansão e ascensão dos mercados financeiros, em diversos países afora. Ferguson realizou um excelente trabalho investigativo, recheado de entrevistas interessantes, a fim de elucidar algumas das causas da crise econômica atual.

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Mais Sobre o Colapso do Euro

4 dezembro, 2011 Deixe um comentário


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Wolff no Occupy Boston

27 novembro, 2011 Deixe um comentário

Yanis Varoufakis: Uma Interpretação Marxista sobre a Existência e o Colapso do Euro

27 novembro, 2011 2 comentários

O economista marxista grego Yanis Varoufakis nos brinda com uma excelente explicação acerca da existência e do colapso do euro. Varoufakis se tornou recentemente um expoente no debate europeu sobre a crise grega. Excelente orador e munido com a astúcia da economia política, este jovem economista aparece agora diariamente em programas de televisão e rádio em muitos lugares da Europa e dos EUA. Aproveite para conhecer seus argumentos a respeito do passado, presente e futuro da Zona do Euro.

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Manifestantes Tentam Ocupar a Bolsa de New York: Siga ao Vivo

17 novembro, 2011 Deixe um comentário

Depois de vários confrontos com a polícia de New York, que tentou removê-los à força, os manifestantes agora tentam ocupar a sede da bolsa em Wall Street. Acompanhe aqui o desenrolar dos eventos, com duas opções de câmeras ao vivo.

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Mais sobre a Desigualdade de Renda nos EUA

17 novembro, 2011 Deixe um comentário

Confira aqui o vídeo produzido pelo The Guardian sobre a evolução da desigualdade de renda nos EUA:

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Estudantes de Harvard Protestam Contra o Viés Conservador de Mankiw

3 novembro, 2011 3 comentários

Um episódio interessante ocorreu em umas das salas de aula mais lotadas da Universidade de Harvard. Em protesto ao conservadorismo excessivo por parte de Gregory Mankiw, seus estudantes se levantaram e saíram caminhando enquanto o professor lecionava seu famoso curso de introdução à economia. Mankiw é conhecido por escrever os manuais de introdução à economia mais bem vendidos no mundo, além de ter sido assessor direto de George Bush na Casa Branca. Cansados do viés excessivamente conservador de Mankiw e em solidariedade aos manifestantes da ocupação de Wall Street, os estudantes de graduação entregaram uma carta ao professor e saíram da sala. Confira aqui mais sobre o ocorrido.

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Deflação de Salários e Inflação de Ativos: A Importância do Efeito Riqueza

25 outubro, 2011 Deixe um comentário

Os EUA de 1970 a 2010 foram o país em que os ganhos salariais ficaram demasiadamente defasados em relação aos ganhos de produtividade do trabalho. Ainda mais, para 80% dos trabalhadores norte-americanos o salário real decresceu nas últimas décadas. Mas o consumo das famílias seguiu subindo. Dois fatores explicam como foi possível para as famílias continuarem a consumir mais com salários decrescendo: endividamento familiar e os ganhos de capital via efeito riqueza. Acompanhe aqui alguns gráfico bem interessantes.

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