<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: A Autonomização das Formas Sociais</title>
	<atom:link href="http://marx21.com/2009/12/20/a-autonomizacao-das-formas-sociais/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://marx21.com/2009/12/20/a-autonomizacao-das-formas-sociais/</link>
	<description>Economia Política Para o Século XXI</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 18:11:21 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<item>
		<title>Por: Financeirização e A Origem do Lucro Financeiro &#171; Marx21</title>
		<link>http://marx21.com/2009/12/20/a-autonomizacao-das-formas-sociais/#comment-1107</link>
		<dc:creator><![CDATA[Financeirização e A Origem do Lucro Financeiro &#171; Marx21]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 13:20:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marx21.com/?p=1062#comment-1107</guid>
		<description><![CDATA[[...] A Autonomização das Formas Sociais [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] A Autonomização das Formas Sociais [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A Ascensão do Dinheiro &#171; Marx21</title>
		<link>http://marx21.com/2009/12/20/a-autonomizacao-das-formas-sociais/#comment-759</link>
		<dc:creator><![CDATA[A Ascensão do Dinheiro &#171; Marx21]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 17:40:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marx21.com/?p=1062#comment-759</guid>
		<description><![CDATA[[...] A Autonomização das Formas Sociais [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] A Autonomização das Formas Sociais [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tomas Rotta</title>
		<link>http://marx21.com/2009/12/20/a-autonomizacao-das-formas-sociais/#comment-241</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tomas Rotta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 00:36:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marx21.com/?p=1062#comment-241</guid>
		<description><![CDATA[Aquiles,

Muito bom seu comentário sobre o texto da Leda. Eu te entendo perfeitamente, e acho que você aponta bem um idealismo dentro do materialismo do Ruy Fausto. Como você mesmo apontou, acho que o artigo que apresentei na SEP também sofre parcialmente disso. Porém, se você for para o outro extremo, o de negar o logicismo por completo, o preço é cair no convencionalismo. E o puro convencionalismo, como querem alguns pós-keynesianos, tem várias limitações. Estou pensando nisso que você escreveu para ver se eu consigo te dar uma resposta melhor.

A idéia importante, da qual eu não abro mão, é a de entender o dinheiro como uma relação social que tem a tendência de tornar-se cada vez mais absrtata. 

abraços,
Tomas]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aquiles,</p>
<p>Muito bom seu comentário sobre o texto da Leda. Eu te entendo perfeitamente, e acho que você aponta bem um idealismo dentro do materialismo do Ruy Fausto. Como você mesmo apontou, acho que o artigo que apresentei na SEP também sofre parcialmente disso. Porém, se você for para o outro extremo, o de negar o logicismo por completo, o preço é cair no convencionalismo. E o puro convencionalismo, como querem alguns pós-keynesianos, tem várias limitações. Estou pensando nisso que você escreveu para ver se eu consigo te dar uma resposta melhor.</p>
<p>A idéia importante, da qual eu não abro mão, é a de entender o dinheiro como uma relação social que tem a tendência de tornar-se cada vez mais absrtata. </p>
<p>abraços,<br />
Tomas</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Aquiles Melo</title>
		<link>http://marx21.com/2009/12/20/a-autonomizacao-das-formas-sociais/#comment-240</link>
		<dc:creator><![CDATA[Aquiles Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 13:31:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marx21.com/?p=1062#comment-240</guid>
		<description><![CDATA[Camarada Tomás,

Conheço bem o artigo. Li juntamente com sua tese. Acredito que ela tenta dar um passo na tentativa de solucionar o &quot;problema&quot; do dinheiro enquanto mercadoria. No entanto a saída apontada por ela nesse artigo é extremamente problemática. O motivo é simples, Paulani aqui é mais hegeliana do que Hegel. Essa é uma das características dos pensadores que acompanham o pensamento de Rui Fausto. O logicismo da interpretação faustiana faz com que as categorias ganhem vida e se desenvolvam por si só, como um verdadeiro espírito absoluto que desce dos céus. A história é deixada de lado (inclusive no artigo) para dar espaço ao desenvolvimento categorial que cria um outro mundo, independente do &quot;mundo dos homens&quot;. A tentativa realizada por Paulani é interessante mas não consegue responder aos questionamentos existentes da teoria do dinheiro em Marx. Li recentemente um artigo de Nakatani de 2006 )o nome me foge agora) onde este relaciona o dinheiro inconversível como  capital fictício, e  não com o dinheiro mercadoria. Não tenho como desenvolver aqui, mas me parece uma saída mais concisa em Marx do que atribuir a questão da financeirização à realização lógica e ontológica da forma mercadoria.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Camarada Tomás,</p>
<p>Conheço bem o artigo. Li juntamente com sua tese. Acredito que ela tenta dar um passo na tentativa de solucionar o &#8220;problema&#8221; do dinheiro enquanto mercadoria. No entanto a saída apontada por ela nesse artigo é extremamente problemática. O motivo é simples, Paulani aqui é mais hegeliana do que Hegel. Essa é uma das características dos pensadores que acompanham o pensamento de Rui Fausto. O logicismo da interpretação faustiana faz com que as categorias ganhem vida e se desenvolvam por si só, como um verdadeiro espírito absoluto que desce dos céus. A história é deixada de lado (inclusive no artigo) para dar espaço ao desenvolvimento categorial que cria um outro mundo, independente do &#8220;mundo dos homens&#8221;. A tentativa realizada por Paulani é interessante mas não consegue responder aos questionamentos existentes da teoria do dinheiro em Marx. Li recentemente um artigo de Nakatani de 2006 )o nome me foge agora) onde este relaciona o dinheiro inconversível como  capital fictício, e  não com o dinheiro mercadoria. Não tenho como desenvolver aqui, mas me parece uma saída mais concisa em Marx do que atribuir a questão da financeirização à realização lógica e ontológica da forma mercadoria.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

