Seria o Marxismo ainda Relevante? 12 Novembro, 2009
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Is Marxism Relevant Today? Este é o título do painel que reuniu Duncan Foley, David Harvey e Prabhat Patnaik, tendo Sanjay Reddy como moderador. Confira abaixo o excelente debate:
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Fordlândia: Ascensão e Queda do Império de Henry Ford na Amazônia Brasileira 11 Novembro, 2009
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O Democracy Now! entrevista o professor Greg Grandin, da New York University, sobre o seu mais recente livro, intitualdo Fordlandia: The Rise and Fall of Henry Ford’s Forgotten Jungle City. Este livro conta a história de Henry Ford, presidente e criador da Ford Company, e também homem mais rico do mundo durante os anos 1920, e sua tentativa de criar plantations de borracha e também sua tentativa de criar um cidade industrial completa no centro da floresta amazônica, mais especificamente no estado do Pará. O vídeo é impressionante! Henry Ford tentou controlar todos os aspectos da vida de seus trabalhadores, desde seus hábitos mais pessoais, alimentação, transporte, hospitais, educação, até suas casas e formas de lazer. Fordlândia serviu até de inspiração para Walt Disney na construção de seu parque de diversoes na Califórnia.
Clique aqui para ver a entrevista.
Agradeço a Anilyn Diaz por ter enviado este interessante link sobre o império de Ford no Brasil.
E clique aqui para ver aonde se localiza Fordlândia no mapa brasileiro.
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Um Pouco sobre o Muro de Berlim 10 Novembro, 2009
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O canal multilíngue de televisão alemã Deutsche-Welle produziu uma animação para recriar a realidade do muro que dividiu a Alemanha e Berlim desde a segunda guerra mundial até 1989, cujos 20 anos desde a queda celebram-se justamente hoje:
[Animação em português] ou [Animação em inglês] ou [Animação em espanhol]
Recomendo que desconsiderem as falam iniciais do narrador, principalmente ao afirmar que o muro dividia a “opressão” da “democracia”. Afinal, meras dicotomias nada mais são do que ingenuidades frente a tal complexa situação.
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Leda Paulani Vs. Roberto Fendt 6 Novembro, 2009
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O seminário A Evolução do Pensamento Econômico e sua Influência na Teoria Econômica Moderna: Marxistas x Neoliberais opõe intelectuais da corrente marxista, como a professora Leda Paulani, docente do Departamento de Economia da FEA-USP, e da corrente neoliberal, como o Dr. Roberto Fendt Jr., vice presidente do Instituto Liberal e ex professor da FEA-USP. A mesa é presidida pelo chefe do Departamento de Economia, professor Joaquim Guilhoto. Confira aqui o vídeo deste interessante debate, em duas partes:
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A Crise e a Queda na Taxa de Lucro 4 Novembro, 2009
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Andrew Kliman, professor da Pace University em New York, prepara uma nova versão de seu interessante estudo sobre a queda na taxa de lucro como explicação para a atual crise nos EUA:
The Persistent Fall in Profitability Underlying the Current Crisis: New Temporalist Evidence.
Confira também abaixo uma entrevista com o referido autor:
| Parte 1 | Parte 2 |
| Parte 3 | Parte 4 |
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Rethinking Marxism 2009 2 Novembro, 2009
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New Marxian Times
Umass Amherst – November 5, 2009 – November 8, 2009
New Marxian Times will be held over four days, beginning on Thursday evening, 5 November 2009 and ending on Sunday afternoon, 8 November 2009. In addition to two plenary sessions and an art exhibition, there will be concurrent panels, workshops, and art/cultural events. RETHINKING MARXISM’s six previous international conferences have each attracted more than 1000 students, scholars, and activists. They have included keynote addresses and plenary sessions, formal papers, roundtables, workshops, art exhibitions, video presentations, activist discussions, and cultural performances. Similar events are planned for the next international conference, RM09: New Marxian Times.
Click here to see the complete program.
Click here for more information.
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International Conference: Strikes and Social Conflicts in the Twentieth Century 25 Outubro, 2009
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Call for Papers
International Conference
Strikes and Social Conflicts in the Twentieth Century
Lisbon, 17, 18, 19 March, 2011
The Institute of Contemporary History (New University of Lisbon), the International Institute of Social History (Amsterdam), The Archive Edgard Leuenroth (Unicamp/Brasil), the Centre for the Study of Spain under Franco and Democracy (Autonomous University of Barcelona) and the Maison des Sciences de l’Homme (France) start the call for papers for the International Conference on Strikes and Social Conflicts in the Twentieth Century that will take place in Lisbon between 17 and 19 March 2011.
A Onda de Des-Regulamentações 25 Outubro, 2009
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A emissora pública de televisão PBS, nos EUA, produziu uma série de documentários sobre as origens e mecanismos da des-regulamentação financeira. O foco recai sobre a economia norte-americana e diversas pessoas são entrevistadas a fim de mostrar como o mercado de derivativos evoluiu a partir do governo de Ronald Reagan. O conteúdo é interessante e muito bem preparado. Recomendo clicar em “Video Timeline” primeiro, e depois seguir para “Interviews”. Clique aqui para acessar a página.
O auge do domentário é perceber que a equipe econômica montada por Obama é composta exatamente pelos criadores do problema! Destacam-se: Larry Summers, Timothy Geithner, Arthur Levitt e Rubin. Este foram os principais articuladores da des-regulamentação financeira dos últimos 20 anos, e agora foram escolhidos pelo presidente norte-americano para “solucionar” a crise! Clique aqui para ver os vídeos em versão completa.
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How the FED Bought the Economics Profession 20 Outubro, 2009
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Priceless: How The Federal Reserve Bought The Economics Profession
The Federal Reserve, through its extensive network of consultants, visiting scholars, alumni and staff economists, so thoroughly dominates the field of economics that real criticism of the central bank has become a career liability for members of the profession, an investigation by the Huffington Post has found.
This dominance helps explain how, even after the Fed failed to foresee the greatest economic collapse since the Great Depression, the central bank has largely escaped criticism from academic economists. In the Fed’s thrall, the economists missed it, too.
“The Fed has a lock on the economics world,” says Joshua Rosner, a Wall Street analyst who correctly called the meltdown. “There is no room for other views, which I guess is why economists got it so wrong.”
One critical way the Fed exerts control on academic economists is through its relationships with the field’s gatekeepers. For instance, at the Journal of Monetary Economics, a must-publish venue for rising economists, more than half of the editorial board members are currently on the Fed payroll — and the rest have been in the past.
The Fed failed to see the housing bubble as it happened, insisting that the rise in housing prices was normal. In 2004, after “flipping” had become a term cops and janitors were using to describe the way to get rich in real estate, then-Federal Reserve Chairman Alan Greenspan said that “a national severe price distortion [is] most unlikely.” A year later, current Chairman Ben Bernanke said that the boom “largely reflect strong economic fundamentals.”
The Fed also failed to sufficiently regulate major financial institutions, with Greenspan — and the dominant economists — believing that the banks would regulate themselves in their own self-interest.
Despite all this, Bernanke has been nominated for a second term by President Obama.
In the field of economics, the chairman remains a much-heralded figure, lauded for reaction to a crisis generated, in the first place, by the Fed itself. Congress is even considering legislation to greatly expand the powers of the Fed to systemically regulate the financial industry.
Paul Krugman, in Sunday’s New York Times magazine, did his own autopsy of economics, asking “How Did Economists Get It So Wrong?” Krugman concludes that “[e]conomics, as a field, got in trouble because economists were seduced by the vision of a perfect, frictionless market system.”
So who seduced them? The Fed did it.
Quem é Luis Posada Carriles? 18 Outubro, 2009
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Luis Posada Carriles é um homem livre que caminha pelas ruas de Miami, nos EUA. Entretanto, seu passado é repleto de atentados contra o regime cubano. Entre seus principais feitos, destamcam-se a bomba que explodiu o voo 455 da Cubana Aviación em 1976, matando 73 pessoas, e adicionalmente as bombas que detonaram pontos turísticos em Havana em 1997. Cidadão venezuelano, vive livre nos EUA e longe dos tribunais. Além de não ser deportado para seu país de origem, conta com a anuência da CIA que, dentre muitas ajudas, apagou todos os arquivos que o incriminariam como terrorista internacional.
Clique aqui para ver a entrevista com Ann Louise Bardach, a jornalista que desvendou tais acontecimentos.
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ICAPE 2010 International Conference 14 Outubro, 2009
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Call for papers
The International Confederation of Associations for Pluralism in Economics (ICAPE) announces its 3rd International Conference:
“Failing Economies, Failing Economics: Rebooting Economics after the Crash”
3-5 June 2010
Western New England College, Springfield, Massachusetts
ICAPE and the organizers of “Failing Economies, Failing Economics: Rebooting Economics after the crash” invite proposals for papers that discuss or demonstrate the value of economic pluralism in the light of the recent global economic crisis. ICAPE wishes to invite papers on all aspects related to the financial and economic crisis, including:
- The crisis and aspects of policy making;
- The impact of the crisis on the developed and the developing world;
- The economic crisis and the impact upon the economics profession;
- The economic crisis and the teaching of economics.
Papers are invited from all domains of pluralism: economic theory and philosophy, economic institutions and policies, or economic education. More specifically, we suggest the following themes:
- Pluralism developments in heterodox economic theory;
- Neoliberalism and pluralism in economics;
- Pluralism and the science of economics.
Themed sessions are also welcomed.
Panels will be organized around thematic topics, with an eye to encouraging dialogue among authors whose papers address similar issues from different points of view. In this fashion, we hope to promote critical engagement and mutual learning among conference participants.
Um Curso Sobre Keynes 13 Outubro, 2009
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O Prof. James Crotty, da University of Massachusetts at Amherst, atualmente ministra seu curso de Macroeconomia II na pós-graduação do departamento de economia. A leitura da Teoria Geral de J. M. Keynes, devidamente acompanhada por leituras de O`Donnell, Shackle, Minsky, Cardim de Carvalho, David Dequesh, é central. Na sequência, a segunda parte se dedica aos mercados financeiros e ao processo de financeirização. Confira abaixo os áudios em MP3. Como o curso está atualmente em andamento, adicionarei os arquivos semanalmente.
Clique aqui para ir à página de áudios e conferir as mais recentes gravações deste curso.
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How Class Works – 2010 Conference 2 Outubro, 2009
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CALL FOR PRESENTATIONS – DUE DECEMEBER 14, 2009 FOR
CONFERENCE JUNE 3-5, 2010
HOW CLASS WORKS – 2010
A Conference at SUNY Stony Brook
June 3-5, 2010
CALL FOR PRESENTATIONS
The Center for Study of Working Class Life is pleased to announce the How Class Works – 2010 Conference, to be held at the State University of New York at Stony Brook, June 3 – 5, 2010. Proposals for papers, presentations, and sessions are welcome until December 14, 2009 according to the guidelines below.
Anwar Shaikh on Marx and the Global Economic Crisis 1 Outubro, 2009
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Anwar Shaikh, Professor at the New School for Social Research, gives a Marxist account of historic fluctuations in the capitalist economy and how the current crisis fits in the overall picture. From the Marx and the Global Economic Crisis panel at Left Forum 2009, New York. Shaikh’s homepage, which includes an extensive selection of his articles on economics, can be found here: http://homepage.newschool.edu/~AShaikh/
Este post apareceu originalmente em: http://www.solidarity-us.org/node/2228
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Democracia na Índia? 1 Outubro, 2009
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Confira aqui a entrevista com Arundhati Roy sobre a recente situação econômica e política da Índia, com destaques para questões pertientes ao Iraque, Kashemira, Paquistão e Afeganistão. Roy analisa o estado de “democracia” que hoje reina em seu país, enfatizando assuntos de abertura comercial e financeira, surgimento de grandes grupos empresariais nacionais e estrangeiros, repressão à liberdade de expressão, “terrorismo”, crescimento econômico com desiqualdade, e conexões suspeitas entre grupos empresariais e funcionários do Governo central.
Clique aqui para saber quem é Arundhati Roy.
Clique aqui para ver a entrevista.
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2010 Historical Materialism Conference at Toronto 1 Outubro, 2009
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Historical Materialism Conference
York University, Toronto
May 13-16, 2010
Call for Papers
Following on the considerable success of the First North American Historical Materialism Conference in April 2007, attended by 400 people, we are pleased to issue a call for papers for our follow-up conference at York University, May 14-16, 2010.
The conference will take place against the backdrop of a profound destabilization of global capitalism alongside significant challenges for labour and social movements. Imperialist wars abound and culture has been drawn into the service of empire. Robust theorizations and critical innovations are needed.
In this context it is vital to develop the resources of historical materialism in addressing the pressing problems of the day and informing all forms of activism, including the intellectual. The conference seeks to combine rich development of historical materialist analysis with critical innovations in areas where such analysis has lagged. The organizers welcome presentations from scholars and activists that reflect the current state of theoretical work and activist mobilization. Themes include:
Marxism and Philosophy
Political Economy of Capitalism and the Global Crisis
Gender, Sexuality and Social Reproduction
Race, Empire and Resistance
Ecology and the Environment
Working Class and Social Movements
Labour Processes and Class Relations
Art, Marxism, and Everyday Life
Revolutionary Experiences since 1848
Fascism, Militarism, Fundamentalism
State, Culture and Ideology
Land, Food and Accumulation by Dispossession
Marxism and the Urban Experience
Theorizing Crises in Historical and Comparative Perspective
We welcome individual submissions as well as panel proposals. For individual papers, please send an abstract of no more than 250 words; for panel proposals send a 100 word panel abstract along with paper abstracts of up to 250 words. We appreciate your suggestions about which of the above themes your paper might suits, and also welcome papers beyond these themes. Proposals can be submitted by email until January 8, 2010 to torontohm@gmail.com
P.S. Some of you will have received invitations to a Historical Materialism conference in New York in January . We are delighted to see this initiative and will support it strongly. But that is a distinct, although complementary, event from the Toronto conference in May.
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2010 Eastern Economic Association Annual Meeting (EEA) 1 Outubro, 2009
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Call for Papers for the 2010 Eastern Economic Association Annual Meeting
36th ANNUAL CONFERENCE – FEBRUARY 26 – FEBRUARY 28, 2010
The conference will be held in the Loews Philadelphia hotel, located at 1200 Market Street in Philadelphia.
Early Paper Submission Deadline October 15, 2009
Paper Submission Deadline November 15, 2009
Conference Registration Deadline January 8, 2010
Hotel Reservations Deadline January 26, 2010
The Eastern Economic Association invites papers on all topics of economics.
To submit a paper (or two) visit http://www.ramapo.edu/eea/2010 and follow the online submission guidelines.
Clique aqui para ir ao site do congresso.
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Marx e o Livre Comércio 1 Outubro, 2009
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Seria Marx a favor do livre comércio entre as nações? A resposta do próprio autor se encontra no escrito que leva o título de “A Questão sobre o Livre Comércio“, que faz parte dos discursos proferidos em 9 de Janeiro de 1848 frente à Associação Democrática de Bruxelas:
“The protectionist system is nothing but a means of establishing large-scale industry in any given country, that is to say, of making it dependent upon the world market, and from the moment that dependence upon the world market is established, there is already more or less dependence upon free trade. Besides this, the protective system helps to develop free trade competition within a country. Hence we see that in countries where the bourgeoisie is beginning to make itself felt as a class, in Germany for example, it makes great efforts to obtain protective duties. They serve the bourgeoisie as weapons against feudalism and absolute government, as a means for the concentration of its own powers and for the realization of free trade within the same country.
“But, in general, the protective system of our day is conservative, while the free trade system is destructive. It breaks up old nationalities and pushes the antagonism of the proletariat and the bourgeoisie to the extreme point. In a word, the free trade system hastens the social revolution. It is in this revolutionary sense alone, gentlemen, that I vote in favor of free trade.”
Clique aqui para ler o texto completo. E agradeço a Josh Mason por ter enviado essa citação de Marx.
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Engels em seu Tempo 29 Setembro, 2009
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Por Diego Viana, para o Valor, de Paris
25/09/2009
Um efeito inesperado da crise financeira é o resgate da memória de Karl Marx. Um público ávido por entender as armadilhas do capitalismo volta a ler o pai do comunismo, 20 anos após a queda do Muro de Berlim. Já seu maior parceiro, amigo e mecenas segue praticamente esquecido. Friedrich Engels (1820-1895), coautor do “Manifesto Comunista” (1848) e de “Sagrada Família” (1844), ainda é só “o outro” pai do materialismo dialético. Não raro, é usado como escudo para isolar Marx das atrocidades cometidas em seu nome, dos gulags à revolução cultural. Enquanto isso, sua obra individual é mantida em segundo plano, se não ignorada. Uma exceção talvez seja o panfleto “A Situação da Classe Operária na Inglaterra” (1844), que descreve a exploração dos trabalhadores na indústria britânica – incluindo a Ermen & Engels, de que o socialista era um dos donos.
Na contramão desse descaso, o historiador inglês Tristram Hunt, estudioso da era vitoriana, tomou interesse por Engels e acaba de publicar uma biografia dele: “The Frock-Coated Communist – The Revolutionary Life of Friedrich Engels” (O comunista de casaca: a vida revolucionária de Friedrich Engels) expõe um personagem pleno de contradições, a começar pelo título. O livro será editado no Brasil pela Record.
Clique aqui para ler a matéria completa.
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IAFFE 2010 ANNUAL CONFERENCE 29 Setembro, 2009
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International Association for Feminist Economics
2010 ANNUAL CONFERENCE
Argentina, Facultad de Ciencias Economicas de la Universidad de Buenos Aires. Thursday, July 22 – Saturday, July 24, 2010 (Jueves 22 al Sábado 24 de Julio de 2010).
Start making your plans now to attend the 2010 Annual Conference in Buenos Aires, Argentina!
Conference Theme and Paper Submissions:
Theme: Global Economic Crises and Feminist Rethinking of the Development Discourse (Crisis Economica Global Y Revision Feminista del Debate Sobre el Desarrollo)
Click here to access the Call for Papers and Submission Instructions.
The due date for submissions is February 1st.
Colóquio Internacional O Capitalismo com Dominância Financeira 24 Setembro, 2009
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Como parte das atividades que celebram o ano da França no Brasil, o CECON – Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica do Instituto de Economia da Unicamp, em parceria com o Centre d’Economie de l’Universite Paris-Nord (CEPN/Universidade Paris XIII) tem a honra de convidá-lo a participar do Colóquio Internacional “O Capitalismo com Dominância Financeira (finance-led capitalism): uma análise comparada dos países avançados e emergentes”. O Colóquio será realizado nos dias 1 e 2/10/2009.
Clique aqui para ver a programação completa.
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A Criatura e o Criador 21 Setembro, 2009
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Com a recente crise do capitalismo, recorrentemente vemos “especialistas” apontando para as causas essenciais do problema: ou culpam os indivíduos ou culpam o Estado. A culpa é do indivíduo quando há uma suposta inclinação em demasia ao risco, ou mesmo a presença de uma excessiva ganância. A culpa é do Estado quando há uma sensação de que o capitalismo “funciona” sob controle e regulação Estatal; mas que se auto-aniquila sem a devida intervenção e supervisão por parte de agências públicas. Os neoclássicos são imputados pela primera, e os keynesianos pela segunda.
Uma pequena forma de ver tais argumentos é uma rápida leitura da seguinte entrevista com Scholes, prêmio Nobel em Economia em 1997 e co-criador do modelo Black-Scholes de precificação de derivativos na década de 1970. É incrível como a “culpa” nunca é do capital enquanto forma de sociabilidade. Confira.
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URPE Conference in Brooklyn, October 24, 2009 16 Setembro, 2009
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Call for Papers and Participants – URPE Conference at St. Francis College, Brooklyn, NY • October 24, 2009
The Union for Radical Political Economics (URPE) is sponsoring a one-day conference on the topic of “Economic Crisis: Radical Analysis and Radical Responses.” The conference will take place at St. Francis College, Brooklyn. The day will be structured into two segments. The morning will focus on the economic and political roots of the current crisis in the capitalist system, while the afternoon will concentrate on the ways in which activists are responding to the crisis. (There is, of course, no firm line dividing the two.) Each segment will begin with a keynote speaker. David Harvey (Distinguished Professor, CUNY) will be the speaker in the morning, and a New York City activist (not yet confirmed) will introduce the afternoon segment. Following this, those attending the conference will be invited to participate in one of a set of workshops (workshops will be an hour and a half in length). The conference will include lunch and an end-of-day cocktail party to allow for and encourage informal discussions.
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Clique aqui para ir ao site da URPE com a chamada do evento.
Clique aqui para ver a programação.
Clique aqui para registrar-se para o evento.
Clique aqui para ver o flyer.
A Economia Extra-Mercado 9 Setembro, 2009
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A professora Nancy Folbre, do Departamento de Economia da University of Massachusetts, ativista e feminista, apresenta um curto artigo no qual expõe pontos centrais de suas críticas a várias correntes de teoria econômica, entre elas a teoria neoclássica e até mesmo o marxismo. Seus pontos fundamentais podem assim ser resumidos:
1. O significado e o real tamanho do que seja “o mercado” foram sobre-estimados.
2. “Mercado” e “economia” não são idênticos
3. Grande parte das transações ocorrem dentro de grandes empresas multinacionais, que em muitos casos excedem o PIB de diversos países, e tais transações raramente se dão através de mecanismos ditos “de mercado”.
4. Grandes corporações recebem rendas que não porvém de alocações via mercado, como, por exemplo, as recentes intervenções do FED e do Tesouro dos EUA.
5. Uma grande e importante porção de nossas atividades ocorre fora do mercado, como é o caso de atividades domésticas e de criação dos filhos, que, justamente por não envolverem remuneração monetária, ficam excluídas do cálculo do PIB.
6. Diversos benefícios causados por maiores investimentos em educação e saúde não aparecem no cálculo do PIB e, por conta disso, tais contribuições são frequentemente sub-estimadas.
7. Problemas advindos do aquecimento global não fazem parte do cálculo do PIB.
Clique aqui para ler o artigo original, que leva o título de “What We’ve Learned: Our (Increasingly) Non-Market Economy“, publicado no Economix do NYT.
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Study Abroad Programme at Venezuela 7 Setembro, 2009
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While the personality of Hugo Chavez monopolizes the headlines and the mainstream media reduces complex issues to simplistic soundbites, the reality of the Venezuelan revolution is complex, contradictory and ever-changing. With new spaces for political participation opened to grassroots social movements, once-marginalized Venezuelan citizens have come out of the shadows to demand an active role in society. The direction the Bolivarian process will take is being negotiated, right now, not only in the presidential palace but also in the streets and fields of Venezuela. After new constitutional changes were narrowly rejected by the Venezuelan public the future of Venezuelan is more unsure than ever.
Global Exchange’s Fall/Spring Semester Study Abroad in Mérida, Venezuela is a 15-week academic program designed to increase students’ knowledge of contemporary Venezuelan society and build bridges between advocates of social justice in the global North and like-minded activists in Latin America.The program is built around intensive Spanish language training; courses focused on Venezuelan social movements, history, and culture; and exchanges with community leaders involved in social change on the ground. Participants have the opportunity to earn 18 undergraduate or graduate credits from the prestigious Universidad de Los Andes while engaging with contemporary and alternative development issues both inside and outside the classroom.
Contact: Edward Ellis edward@globalexchange.org
Website: http://www.globalexchange.org/countries/americas/venezuela/index.html and also http://www.globalexchange.org/countries/americas/venezuela/merida/
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2010 Minsky Summer Seminar: June 19–29 2 Setembro, 2009
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The Levy Economics Institute of Bard College is pleased to announce that it will hold The Hyman P. Minsky Summer Seminar in June 2010. The Seminar will provide a rigorous discussion of both theoretical and applied aspects of Minsky’s economics, with an examination of meaningful prescriptive policies relevant to the current economic and financial crisis. The Seminar will consist of a Summer School from June 19 to 26, followed by an International Conference on June 27–29, both to be held at the Levy Institute in Annandale-on-Hudson, New York.
America’s Exhausted Paradigm: Macroeconomic Causes of the Financial Crisis and Great Recession 29 Agosto, 2009
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New American Contract Policy Paper
Thomas Palley – July 22, 2009
This report traces the roots of the current financial crisis to a faulty U.S. macroeconomic paradigm. One flaw in this paradigm was the neo-liberal growth model adopted after 1980 that relied on debt and asset price inflation to drive demand. A second flaw was the model of U.S. engagement with the global economy that created a triple economic hemorrhage of spending on imports, manufacturing job losses, and off-shoring of investment. Deregulation and financial excess are important parts of the story, but they are not the ultimate cause of the crisis. Instead, they facilitated the housing bubble and are actually part of the neo-liberal model, their function being to fuel demand growth based on debt and asset price inflation. The old post-World War II growth model based on rising middle-class incomes has been dismantled, while the new neo-liberal growth model has imploded. The United States needs a new economic paradigm and a new growth model, but as yet this challenge has received little attention from policymakers or economists.
Click here to download the full report
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LAPORDE 2010 23 Agosto, 2009
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The Second Latin American Advanced Programme on Rethinking Macro and Development Economics
Hosted by São Paulo School of Economics FGV/SP with support from FAPESP and Ordem dos Economistas do Brasil
11 January – 15 January, 2010
Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, Brazil
With support from FAPESP and Ordem dos Economistas do Brasil, the São Paulo School of Economics is hosting an advanced summer programme on rethinking macro and development economics for the second time in Sao Paulo. The programme builds on the experience of the successful Cambridge Advance Programme on Rethinking Development Economics (CAPORDE) that has been running in Cambridge, UK, for the last eight years and will be held for the second time at the São Paulo School of Economics, São Paulo, between 11th January and 15th January 2010. The programme will admit a select group of 30 or so young academics from developing countries with a focus in Latin America, and provide them with lectures, discussions, and research workshops with leading scholars on cutting edge topics in macro and development economics from a number of critical perspectives. There will be no tuition fees for the course.
The programme is mainly intended for young academics. This year’s lecturers whose participation are confirmed are, Gabriel Palma (Cambridge University), Ha-Joon Chang (Cambridge University), Jomo, K.S. (Assistant-Secretary General, UN), Jose Antonio Ocampo (Columbia University), Jan Kregel (Univ. of Missouri), Yoshiaki Nakano (São Paulo School of Economics) and Luiz Carlos Bresser-Pereira (São Paulo School of Economics). Applications, including a CV, transcripts, and a letter of recommendation, should be sent, with a covering letter, to Dr. Luiz Carlos Bresser-Pereira, Course Director, LAPORDE, São Paulo School of Economics, Rua Itapeva n. 474, 13andar, 01332-000, São Paulo, SP, Brazil. All documents, with the exception of the recommendation, should arrive in Sao Paulo by 10th November, 2009. Candidates will be notified of the results by the beginning of December. Please note that we are not able to accept any faxed or electronic documents, with the possible exception of the letter of recommendation. For the details, please refer to the pages sent out with this poster. Please contact Paulo Gala (paulo.gala@fgv.br) through email
for further inquiries.
Clique aqui para ver a chamada completa e a programação do evento.
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O Perigo da Utopia 20 Agosto, 2009
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Texto de José Luís Fiori, publicado no Valor Econômico de 12 de agosto de 2009:
“…a geopolítica do equilíbrio de poderes e a prática do imperialismo explícito deixaram de fazer sentido devido a uma série de novos fatos históricos [...] esta abordagem das relações internacionais não tem mais espaço no mundo em que vivemos, do pós-colonialismo, da globalização, do sistema político global, e da democracia [...] com a globalização, todos os mercados estão abertos e é inimaginável que um país recuse vender a outro, por exemplo, petróleo a preço de mercado [...] Resulta ainda daqueles fatos que a guerra entre grandes países também não faz mais sentido [...] No Século XX, as guerras entre as grandes potências não faziam sentido porque todas as fronteiras já estavam definidas.” – Luiz Carlos Bresser-Pereira, em “O mundo menos sombrio”, Jornal de Resenhas, nº 1, 2009, USP, p. 7
Na segunda metade do Século XX, em particular depois de 1968, tornou-se lugar comum a crítica dos “novos filósofos” europeus, que associavam a utopia socialista ao totalitarismo. Mas não se ouviu o mesmo tipo de reflexão, depois da década de 80, quando a utopia liberal se tornou hegemônica e suas ideias tomaram conta do mundo acadêmico e político. Logo depois da Guerra Fria, Francis Fukuyama popularizou a utopia do “fim da história” e da vitória da “democracia, do mercado e da paz”. E apesar dos acontecimentos que seguiram, suas ideias continuam influenciando intelectuais e governantes, sobretudo na periferia do sistema mundial. Basta ver a confusão causada pelo anúncio recente da decisão americana de ampliar sua presença militar na América do Sul. Com a instalação ou ampliação de sete bases militares no território colombiano, que deverão servir de “ponto de apoio para transporte de cargas e soldados no continente e fora dele” (FSP, 05/08/09).
O governo americano justificou sua decisão com objetivos “de caráter humanitário e de combate ao narcotráfico”. A mesma explicação que foi dada pelo governo americano, por ocasião da reativação da sua IV Frota Naval, na zona da América do Sul, no ano de 2008 : “Uma decisão administrativa, tomada com objetivos pacíficos, humanitários e ecológicos” (FSP, 09/07/08). Uma das funções dos diplomatas é participar deste jogo retórico que às vezes soa até um pouco divertido. E cabe aos jornalistas o acompanhamento destes debates sobre distâncias, raio de ação dos aviões, ameaça das drogas etc. Todavia, os intelectuais têm a obrigação de transcender este mundo da retórica e dos números imediatos e também o mundo das fantasias utópicas, o que às vezes não acontece, e não se trata – evidentemente – de um problema de ignorância.
Os Interesses Econômicos que Sustentam o Golpe em Honduras 10 Agosto, 2009
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Reproduzo abaixo o texto de Frida Modak que foi publicado pela Agência Carta Maior:
Honduras tem muito petróleo, conforme mostraram as prospecções feitas por uma empresa norueguesa há um ano, a pedido do presidente Zelaya. O presidente deposto acionou judicialmente as empresas estadunidenses que vendiam petróleo caro a seu país e se juntou ao grupo Petrocaribe, criado pela Venezuela. O projeto de Zelaya para a nova Constituição previa que os recursos naturais de Honduras não poderiam ser entregues para outros países. O artigo é de Frida Modak, ex-secretária de imprensa do presidente Salvador Allende.
III Seminário Margem Esquerda: István Mészáros e os Desafios do Tempo Histórico 10 Agosto, 2009
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III Seminário Margem Esquerda
István Mészáros e os desafios do tempo histórico
De 18 de agosto a 1 de setembro de 2009
USP, UNICAMP, CUFSA, UNESP, UERJ, UFRJ, UFRGS, CEFET-MG e UNB
O III Seminário Internacional Margem Esquerda tem por tema a obra de István Mészáros. Discípulo do também húngaro Georg Lukács, Mészáros é considerado um dos maiores pensadores marxistas da atualidade. Sua obra é fundamental para o entendimento do sistema do capital, bem como de sua crise estrutural e da sua necessária superação. Alguns dos mais importantes intelectuais do Brasil e do exterior ajudam a construir sua trajetória de reflexão e de lutas, sob o legado marxista. Esperamos que o seminário, para além da análise e do balanço da obra de grandes autores clássicos e contemporâneos, abra novos caminhos e perspectivas. Convidamos todos a participarem desta construção.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
Robert Shiller e os Mercados Financeiros 23 Julho, 2009
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A Universidade de Yale nos EUA criou um site para disponibilizar de forma online e gratuita todo o conteúdo de vários de seus cursos, em distintas áreas do conhecimento. O material inclui os vídeos das aulas, os áudios, os programas das disciplinas, a transcrição das aulas e também os slides utilizados pelo professor. Na parte de economia destaca-se o curso do professor Robert Shiller sobre mercados financeiros.
Clique aqui para ir ao site principal do Open Yale Courses.
Clique aqui para ir ao site do curso do professor Robert Shiller.
Clique aqui para ver todo o material e os vídeos do curso de Shiller sobre mercados financeiros.
Disfrutem!
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Wallerstein: A Direita Avança na America Latina 21 Julho, 2009
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O professor Immanuel Wallerstein, da Unversidade de Yale, faz o alerta: “melhor ficar de olho na Guatemala”. Ele teme que – depois do golpe em Honduras, a direita da América Latina esteja se articulando para o contra-ataque em outros países. Tudo isso diante dos aplausos dos conservadores nos EUA e diante dos vacilos de Obama na condução da crise hondurenha.
Do Blog O Escrivinhador do Rodrigo Vianna
A DIREITA LATINA CONTRA-ATACA
O governo de George W. Bush foi o momento da maior onda de vitórias dos partidos à esquerda do centro na América Latina, em mais de dois séculos. O governo de Barack Obama corre o risco de ser o momento da vingança da direita na região.
Obama Light ? 20 Julho, 2009
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EUA ampliam presença militar na Colômbia 
Bogotá diz que está “perto” de fechar acordo que permitirá ao Pentágono usar três bases e provoca crítica interna e dos vizinhos
Washington deve levar ao país atividades antidroga da base americana de Manta, no Equador, que Quito fecha hoje após dez anos de uso
[ Folha de São Paulo, sexta-feira, 17 de julho de 2009 ]
O governo da Colômbia anunciou ontem que está “perto” de fechar um acordo com a Casa Branca para aumentar a presença militar dos EUA em três bases colombianas, provocando críticas da oposição e dos vizinhos esquerdistas. A confirmação das negociações coincide com o encerramento, hoje, das atividades da única base militar americana formalmente instalada na América do Sul, a de Manta, no Equador. O presidente equatoriano, Rafael Correa, prometera desde a campanha eleitoral, em 2006, que não renovaria o contrato para o uso da base pelos EUA, que expira neste ano. Em 2008, a nova Constituição do país aprovou veto a qualquer base estrangeira no Equador. Desde 2006, então, os EUA procuravam um local para reinstalar as atividades de Manta, de onde partiam os aviões de monitoramento de plantações de coca e das rotas de narcotráfico, responsáveis, segundo os EUA, por 60% das apreensões de droga da região. Ontem, o governo da Colômbia fez uma audiência pública com a presença do chanceler, o ministro do Interior e o ministro da Defesa para explicar as conversas em curso com os americanos, ante os pedidos de maior transparência. Segundo os funcionários, se o acordo for fechado, a Colômbia ampliará a presença americana nas bases de Malambo, no norte, e Palanquero e Apiay, no centro do país. A Colômbia, que já é a maior receptora de ajuda militar dos EUA fora do Oriente Médio, tem dito que as bases não serão americanas, já que Bogotá terá o controle das operações. O governo de Álvaro Uribe diz que não é necessária a aprovação do eventual acordo pelo Congresso americano, uma vez que o reforço se dará dentro dos limites já estabelecidos pelos EUA no Plano Colômbia, de combate ao narcotráfico e à guerrilha: até 800 militares e até 600 civis contratados. Segundo o governo Uribe, os EUA investirão até US$ 5 bilhões em instalações militares que serão herdadas pela Colômbia, além de terem o compromisso de compartilhar informações de inteligência. Segundo a Associated Press, o acordo incluiria visitas “mais frequentes” por navios americanos em duas bases navais no Caribe. A Colômbia também teria condições especiais para a compra de armas e aviões.
Desconfiança regional
A audiência de ontem foi marcada pelo esforço do governo em aplacar a desconfiança interna e dos vizinhos, pouco mais de um ano depois do ataque de Bogotá a um acampamento das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) no Equador. Após o bombardeio, que provocou a mais grave crise diplomática regional em dez anos, não faltaram insinuações de que a Colômbia tinha contado com ajuda americana. “Os políticos latino-americanos que aceitam uma base militar americana são traidores da sua pátria”, disse em La Paz o presidente boliviano, Evo Morales. Ele lembrou ter expulsado do país os funcionários da DEA, num outro revés para as atividades antitráfico dos EUA. O general Freddy Padilla, ministro colombiano da Defesa, repetiu ontem que das bases não partirão missões que “projetem força” em direção a outros países. O Pentágono não comentou as negociações. No começo de abril, porém, um documento da Força Aérea dos EUA, apresentado num seminário militar no Alabama, citava que a base de Palanquero poderia se transformar num ponto de partida para operações de longo alcance. “Perto de metade do continente pode ser coberta pelo [avião] C-17 sem reabastecer” desde a base, diz o documento. “É um imenso erro diplomático”, diz Rafael Pardo, ex-ministro da Defesa e pré-candidato do Partido Liberal, centrista, à sucessão de Uribe.
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Tariq Ali, Zizek, Harvey, Harman, Meszaros e Callinicos 15 Julho, 2009
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Marxism 2009. Esse foi o nome da conferência realizada em Londres, entre os dias de 2 a 6 de julho de 2009. Vários teóricos e ativistas políticos expuseram suas idéas sobre os mais variados temas, incluindo revolução, crise econômica, política imperialista dos EUA, estratégias políticas etc. Confira algumas palestras abaixo:
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Tariq Ali
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Zizek
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David Harvey
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Chris Harman
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Alex Callinicos
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István Mészáros
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Quem financia a expansão fiscal dos EUA? 15 Julho, 2009
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Quem financia a expansão fiscal nos EUA? A responsa tentadora seria: a China. Contudo, dados recentes sobre a economia norte-americana revelam que: (i) o volume de empréstrimos no agregado foi reduzido; (ii) o déficit de conta corrente do balanço de pagamentos dos EUA está decrescendo; (iii) grande parte dos títulos do tesouro (treasury bonds) foi comprada pelas famílias, e não pelo resto do mundo. A análise é de Brad Setser:
“Who bought all the Treasuries the US government has issued in the last four quarters of data (q2 2008 to q1 2009)? Foreign demand for Treasuries — as we have discussed extensively — hasn’t disappeared, unlike foreign demand for other kinds of US debt. But foreign demand hasn’t increased at the same pace as the Treasury’s need to place debt. The gap was filled largely by a rise in demand for Treasuries from US households.“
“Central bank custodial holdings continue to rise — just look at the last week’s custodial data. But the world’s central banks are no longer buying up all the debt the Treasury issuing. And Americans are now saving, creating a new pool of funds that needs to be lent out. Moreover, the financial sector isn’t borrowing — it actually is scaling back — which means that the household sector is lending less to financial firms, freeing up funds to flow into the Treasury market.“
Clique aqui para ler o texto na íntegra.
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Uma Avaliação Crítica do Governo Chávez 15 Julho, 2009
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Publico agora uma crítica contudente profanada por Vladimir Acosta contra o governo venezuelano de Hugo Chávez. Percebam que Acosta é cuidadoso em atacar Chavez, justamente por não cair na tentação dos argumentos comumentes defendidos pelos conversavadores e neoliberais. Afinal de contas, um dos grandes desafios da esquerda hoje é apontar e criticar os equívocos de hugo Chávez, mas sem ao mesmo tempo ceder munição grátis para seus inimigos.
Parte 1:
Parte 2:
Parte 3:
Clique aqui para ler a transcrição em inglês desta exposição.
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Entrevista com Paul Samuelson 14 Julho, 2009
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“Mea culpa, mea culpa. MIT and Wharton and University of Chicago created the financial engineering instruments, which, like Samson and Delilah, blinded every CEO — they didn’t realize the kind of leverage they were doing and they didn’t understand when they were really creating a real profit or a fictitious one. There ’s a lot of causality in economics, even though it’s very far from an exact science“.
Estas são algumas palavras da ótima entrevista de Paul Samuelson, primeiro prêmio Nobel em economia, sobre a crise. Clique aqui para ler a entrevista completa: [Parte 1] + [Parte 2]
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The Dark Side of Online Journals 8 Julho, 2009
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“Until about 1960, not-for-profit entities, such as scholarly societies and academic institutions, were the primary publishers of academic work. Theodore Bergstrom, economist at the University of California-Santa Barbara, reveals the changes that have occurred in one field, economics, since that time. According to Bergstrom’s research, 30 English-language economics journals existed in 1960, and almost all of them were published by not-for-profit entities. By 1980, the number of journals had risen to 120, with about half of these published by commercial entities. By the year 2000, there were 300 journals, and two-thirds were published by commercial entities”.
Acompanhe aqui o artigo completo The Dark Side of Online Journals: Commercial publishers dominate online scholarly journal production, de Lisa Richmond para a Z Magazine.
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Re-regulação? 8 Julho, 2009
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A charge abaixo exprime muito bem a essência da re-regulação proposta pela administração do Obama. Diz a personagem: “Estas novas regulações vão alterar fundamentalmente a maneira pela qual nós as burlamos“.
Crise de 1929 Vs. Crise de 2009 8 Julho, 2009
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Barry Eichengreen e Kevin O’Rourke comparam diversos dados da crise de 1929 com a crise atual. A análise é muito interessante e recheada de gráficos comparativos. Clique aqui para conferir.
Ou, adicionalmente, veja aqui um estudo da OCDE, do NBER e do FED americano sobre os níveis de produção em alguns setores da economia norte-americana comparados desde a década de 1970 até hoje.
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Crise do Individualismo Metodológico? 6 Julho, 2009
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A atual crise do capitalismo é uma crise sitêmica que engloba tanto aspectos econômicos quanto metodológicos. Do ponto de vista econômico, a crise revela a inadequação do discurso neoliberal de propiciar a harmonia social através de mercados desregulados. E do ponto de vista filosófico, essa é também uma crise do individualismo metodológico e de suas suposições de que a racionalidade individual engendra automaticamente racionalidade social e de que os indivíduos são caracterizados por uma essência natural e a-histórica independente do meio social que produzem.
A análise é de Maria Cristina Longo Dias e Tomas Rotta, e foi publicada como matéria de capa na edição 34 da revista Filosofia, da editora Escala. Clique aqui para ler o texto online.
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Conversa Afiada 6 Julho, 2009
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Paulo Henrique Amorim publica texto de Tomas Rotta e Leonardo Nunes no excelente blog Conversa Afiada. O texto é um resumo da palestra do professor Richard Wolff, cujo conteúdo foi discutir as causas e as possíveis soluções para a crise. Clique aqui para conferir.
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The Urban Roots of the Fiscal Crisis 3 Julho, 2009
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David Harvey, um dos melhores teóricos marxistas da atualidade, expõe sua visão sobre as causas da crise do neoliberalismo. Harvey, acertadamente, critica tantos as propostas neoliberais como também as propostas de cunho keynesiano, ambos definidos como projetos de classes. Suas bases teóricas apontam diretamente para as idéias centrais de Marx quanto à natureza da necessária e permanete acumulação de capital. A palestra é excelente:
Adicionalmente, Amy Goodman entrevista David Harvey na rede DemocracyNow! sobre a crise nos EUA:
Parte 1:
Parte 2:
Parte 3:
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Memoria del Saqueo 1 Julho, 2009
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Assista aqui ao documentário intitulado Memoria del Saqueo, produzido pelo documentarista e repórter argentino Fernando “Pino” Solanas, que, a propósito, acaba de eleger-se deputado pela cidade de Buenos Aires. Pino Solanas ficou famoso por conta de seus dois melhores documentários, La Hora de Los Hornos, sobre o peronismo, e Memoria del Saqueo, sobre a onda neo-liberal de privatizações própria à era Menem dos anos 1990. Confira abaixo:
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Parte 1:
Parte 2:
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Krugman X Taylor 29 Junho, 2009
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Acompanhe aqui um debate entre John Taylor, da Stanford University, e Paul Krugman, da Princeton University, sobre as causas e “remédios” desta crise econômica nos EUA. Coloco “remédios” entre aspas propositalmente, pois apesar de ambos os debatedores serem muito respeitados, nehum deles de fato coloca a questão dos problemas centrais de uma economia capitalista. Nada é dito sobre a experiência histórica dos EUA na década de 1970, quando a própria regulamentação financeira se mostrou ineficaz para controlar os ciclos de negócios. Ou seja, 2009 mostrou que o capitalismo desregulamentado não é estável e tampouco viável. Contudo, cabe acrescentar, a chamada “crise do keynesianismo” na década de 1970 também foi a prova de que o dito “capitalismo regulamentado” não é viável. Lembremos que Carter e Reagan propuseram as reformas neo-liberais exatamente porque os arranjos institucionais keynesiados de Bretton Woods culminaram em uma severa crise de produtividade ao final dos anos 1960. A desregulamentação foi a solução para a regulamentação. Reagan e Carter foram a resposta à inviabilidade do projeto keynesiano. Obama quer a resposta à inviabilidade da desregulamentação. O problema é que ele a busca na re-regulação, que historicamente provou sua ineficácia em meados de 1970.
Os debate é bom, ainda que passe bem longe de apontar para os problemas centrais do capitalismo. Clique aqui para assisti-lo.
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Golpe de Estado Militar em Honduras 28 Junho, 2009
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Confiram aqui mais informações sobre o golpe militar em Honduras. Os dois novos links agora adicionados contam com discussões sobre as motivações por trás do golpe contra Zelaya, incluindo informações sobre sua trajetória política, e também sobre a SOA, School of the Americas, conhecida por ser a “escola dos ditadores” ou a “escola dos golpes” nos EUA, de onde saíram diversos líderes que conduziram golpes militares em seus respectivos países na América Latina:
DemocracyNow.org: What’s Behind the Honduras Coup? Tracing Zelaya’s Trajectory
DemocracyNow.org: Generals Who Led Honduras Military Coup Trained at the School of the Americas
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Em 28 de Junho de 2009:
Honduras, país localizado na América Central, sofreu hoje um golpe de estado comandado pelo exércio e por facções políticas contrárias ao governo de e ao plebicito convocado pelo atual presidente, Manuel Zelaya. Os embaixadores de Cuba, Nicarágua e Venezuela em Honduras e a ministra de relações exteriores também foram sequestrados. Cesar Ham, condidato à presidência pelo partido de esquerda Unificación Democrática de Honduras foi assassinado.
Confira aqui alguns artigos sobre a presente situação:
Venezuela Analysis.com: Honduran President has been Kidnapped
Venezuela Analysis.com: Venezuelan, Cuban, and Nicaraguan Ambassadors to Honduras Kidnapped
Narcosphere.narconews.com: Honduran Military Assassinates Leftist Presidential Candidate
Adital.com.br: Población hondureña ayuda a Zelaya a garantizar consulta popular el domingo
Mais artigos serão adicionado a qualquer momento. A conferir.
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SOAS on Financialization 28 Junho, 2009
Posted by Tomas Rotta in Economia Internacional, Teoria.1 comment so far
Os atuais acontecimentos na economia norte-americana despetaram os interesses de vários economistas heterodoxos e marxistas. O intento abrange desde elocubrações mais conjecturais sobre os recentes eventos até teorizações mais profundas sobre a natureza da crise. Neste espírito, coloco o link para os correntes working papers do departamento de Economia da SOAS, University of London. No total, até agora, são 11 artigos sob a rúbrica de Research on Money and Finance Discussion Papers. Clique aqui para conferir!
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Desmilitarização de Porto Rico 23 Junho, 2009
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Porto Rico passou recentemente por um processo de desmilitarização, mais especificamene em sua duas ilhas de Vieques e Culebra, onde a marinha norte-americana mantinha até 2004 testes militares permanentes. Essas ilhas, que se situam ao nordeste do arquipélago de Porto Rico, foram utilizadas como campo de treinamento militar desde o final da Segunda Guerra Mundial. Tais ilhas foram, por diversas décadas, palco de práticas de bombardeios, lançamentos de mísseis e testes cujos conteúdos somente o Governo norte-americano conhece. Em muitos casos esses locais também eram alugados para que outros países alí pudessem realizar testes militares e treinamentos de seus respectivos exércitos. A exemplo disso, Vieques foi campo de treinamento para as invasões em Cuba, República Dominicana, Vietnam, Nicarágua, Granada, Panamá e Guatemala. Desse modo, o status de “Estado Livre Associado” de Porto Rico dependia, em parte, destes acordos militares, que adicionalmente incluíam a incorporação de porto-riquenhos no exército norte-americano. Um dado relevante é o fato de que Porto Rico foi incoporado definitivamente aos EUA em 1917, ano no qual este último país entrou na Primeira Guerra Mundial e que então exigiria o uso de porto-riquenhos em suas infantarias. Em 2004 um terço da população total de Porto Rico marchou para a ilha de Vieques com o intuito de exigir a saída dos militares norte-americanos, que acabaram por ceder às pressões. Os danos deixados pelos massivos bombardeios se somam à grave contaminação do meio-ambiente. Desafortunadamente, seu novo governador, Luis Fortuño, parece querer a volta da marinha ianque.
Ouça aqui a entrevista de Roberto Rabin no programa Canción Urgente da Rádio da University of Massachusetts (WMUA 91.1 FM), comandado pela apresentadora Anilyn Diaz.
A foto acima exposta ilustra bem esse caso. Para aqueles que desejam ver mais imagens, cliquem aqui ou também aqui. Abaixo seguem dois rápidos vídeos sobre a resistência de Porto Rico contra o exército dos EUA:
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A Economia Venezuelana frente à Crise Mundial 10 Junho, 2009
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Publico aqui o texto de Luciano Wexell Severo que desmistifica alguns argumentos comumente levantados contra a atual política econômica da Venezuela:
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A Economia Venezuelana frente à Crise Mundial
Luciano Wexell Severo [1]
A maioria das análises sobre a situação atual da economia venezuelana se sustenta essencialmente em três idéias: 1) que o governo Chávez recebeu uma chuva de dólares durante os últimos anos, como resultado dos elevados preços internacionais do petróleo, 2) que o governo Chávez não soube investir esses volumosos recursos no estímulo da diversificação produtiva, aplicando uma política econômica desastrosa e assistencialista, através das Missões Sociais e 3) que agora, com o barril de petróleo tipo Brent custando cerca de 50 dólares, a Venezuela e a sua estatal petroleira (PDVSA) estão “quebradas”. Trataremos de demonstrar neste artigo que essas três afirmações são bastante imprecisas.
Global Economic Crisis, Healthcare, US Foreign Policy and Resistance to American Empire 29 Maio, 2009
Posted by Tomas Rotta in Economia Internacional, Política Internacional.add a comment
Noam Chomsky, professor emérito do MIT, concede uma excelente entrevista à jornalista Amy Goodman do Democracy Now!. Segue uma citação: “the record of the IMF has—the IMF is more or less a branch of the US Treasury, even though it has a European director. Its past role has been extremely destructive. In fact, its American US executive director captured its role when she described it as “the credit community’s enforcer,” meaning if a third world dictator incurs a huge debt—people didn’t, but the dictator did; say, Suharto in Indonesia—and then the debt defaults, the lenders, who have made plenty of money because it was a risky loan so they get high interest and so on, they have to be protected, meaning not by the dictator, by the people of Indonesia, who are subjected to harsh structural adjustment programs so that they can pay back the debt, which they didn’t incur, so that we can be compensated, rich Westerners can be compensated. So that’s the IMF, the credit community’s enforcer, a very destructive role in the third world. Now it’s to be recapitalized“.
Se você quiser ler a entrevista completa, clique aqui.
Se você quiser assistir à entrevista completa, clique aqui.
Se você quiser escutar o aúdio MP3 da entrevista, clique aqui.
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Maria da Conceição Tavares: A Crise Financeira Atual 29 Maio, 2009
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Reproduzo aqui o texto de Conceição Tavares escrito em Maio de 2009 para o Itamaraty.
I – As raízes da atual crise.
A financeirização da riqueza passou a ser, deste a década de 1980, um padrão sistêmico globalizado em que a valorização e a concorrência no capitalismo operam sobre a dominância da lógica financeira. Esta lógica originou-se nos EUA e transferiuse para Londres, no Euromercado na década de 70. Regressou à Nova York na década de 80 com a diplomacia do dólar forte e tornou-se a lógica da globalização financeira. Ao alcançar Tóquio, no final da década de 80, acabou pondo em risco o capitalismo organizado japonês e o seu “produtivismo triunfante”, levando o Japão à maior crise do pós-guerra, na década de 90. Finalmente a lógica da financeirização está sendo posta em tela de juízo na atual crise mundial.
Ciclos Econômicos no Brasil: 1980-2009 27 Maio, 2009
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O Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getulio Vargas (FGV) criou o Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (CODACE) para estabelecer uma cronologia de referência para os ciclos econômicos brasileiros. Composto por sete membros com conhecimento no assunto, o CODACE teve como primeira missão datar os períodos de expansão e recessão da economia brasileira a partir do primeiro trimestre de 1980. Clique aqui para ver o primeiro relatório.

Schumpeter denominou esse comportamento econômico de “ciclos de negócios” (business cycles), enquanto que Marx preferiu denominá-lo de “anarquia da produção”.
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The Financial Crisis and the Systemic Failure of Academic Economics 5 Maio, 2009
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The economics profession appears to have been unaware of the long build-up to the current worldwide financial crisis and to have significantly underestimated its dimensions once it started to unfold. In our view, this lack of understanding is due to a misallocation of research efforts in economics. We trace the deeper roots of this failure to the profession’s insistence on constructing models that, by design, disregard the key elements driving outcomes in real-world markets. The economics profession has failed in communicating the limitations, weaknesses, and even dangers of its preferred models to the public. This state of affairs makes clear the need for a major reorientation of focus in the research economists undertake, as well as for the establishment of an ethical code that would ask economists to understand and communicate the limitations and potential misuses of their models.
Clique aqui para ler o artigo de autoria conjunta de David Colander, Hans Föllmer, Armin Haas, Michael Goldberg, Katarina Juselius, Alan Kirman, Thomas Lux e Brigitte Sloth.
Para aqueles que ainda pensam que o problema de formação educacional não se restringe ao mundo dos economistas, recomendo o artigo intitulado “End the University as We Know It“, de autoria de Mark Taylor e publicado no New York Times, que contém uma crítica importante ao modus operandi das atuais uniersidades ao redor do mundo. Clique aqui para acessá-lo.
Se você pensa que a recente crise econômica pode ter efeitos sobre a formação de um economista, a revista norte-americana BusinessWeek publicou uma recente e provocante reportagem que leva o título de “What Good Are Economists Anyway?” Clique aqui para acessá-la. A frase de abertura já diz tudo: “Economists mostly failed to predict the worst economic crisis since the 1930s. Now they can’t agree how to solve it. People are starting to wonder: What good are economists anyway?”
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Cinismo e a Falência da Crítica 3 Maio, 2009
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O professor Vladimir Safatle, do departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo, comenta sobre o seu mais recente petardo: Cinismo e a Falência da Crítica (2008), pela editora Boitempo. Partindo de Hegel, Lacan e Adorno, Safatle articula uma teoria da socialização que tematiza o cinismo como o modo de operação da ideologia nas sociedades contemporâneas. Os três blocos da entrevista seguem abaixo:
Parte 1:
Parte 2:
Parte 3:
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Financeirização e Distribuição de Renda 9 Abril, 2009
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A financeirização do capitalismo e o pagamneto de juros, também aliados à desragulamentação financeira, têm impactos direto e indiretos sobre a distribuição de renda. Uma das conclusões é a de que esta combinação do pós-1980 foi um fator chave para a maior inequidade de rendimentos nos EUA.
- Clique aqui para ler o post no Blog do Paul Krugman sobre este assunto.
- Clique aqui para ir ao post de McCarty, Poole e Rosenthal sobre a polarização política nos EUA e a distribuição de renda.
- Clique aqui para ler o artigo de Thomas Philippon e Ariell Reshef com análises sobre os rendimentos (incluindo salários) no setor financeiro no período de 1909 a 2006.
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Marxism 2009: A Festival of Resistence 26 Março, 2009
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Capitalism isn’t working. This simple truth is becoming clear to millions of ordinary people across the globe.
Speakers include: David Harvey • Tariq Ali • Bernadette McAliskey • Gary Younge • Terry Eagleton • Slavoj Žižek • Sheila Rowbotham • Alex Callinicos • John Bellamy Foster
Courses include: Capital for Beginners • The Marxist Method • The Economic Crisis • Revolution and Beyond • Racism, Segregation and Multiculturalism • The Fight Against Fascism • Resistance and Recession in Britain • Women’s Liberation • LGBT Liberation • The US Then and Now • China – From Mao to Markets • Imperialism Today and the “War on Terror” • Palestine’s Fight for Freedom • Latin America • Africa • Climate Change – Saving the Planet
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Economistas Brasileiros Falam Sobre a Crise 18 Março, 2009
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A revista Carta Maior organizou no começo de março de 2009 o Seminario Internacional sobre Desenvolvimento, que contou com a presença, dentre outros, de Maria Conceição Tavares, Márcio Pochmann, Jeffrey Sachs, Octávio de Barros, Jan Kregel, Dimla Rousseff, Luciano Coutinho, James Galbraith, Luis Fernando de Paula, Robert Guttmann, Otaviano Canuto, José Luis Oureiro etc. Clique aqui para acessar os vídeos das conferências e das entrevistas com os participantes do encontro.
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New Left Forum 2009 11 Março, 2009
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Left Forum brings together organizers and intellectuals from across the globe to share ideas for understanding and transforming the world. We organize events throughout the year, and our annual flagship conference that takes place each spring. Left Forum provides a context for the critical dialogue that is essential for a stronger Left and a more just society.Registration for Left Froum 2009 is now open.
April 17-19, 2009 at Pace University (across from City Hall), One Pace Plaza, New York, NY 10038
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Curso Completo sobre a Fenomenologia do Espírito 11 Março, 2009
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Para os interessados em estudar a Fenomenologia do Espírito de Hegel, o website www.bernsteintapes.com disponibiliza o curso completo do professor J. M. Bernstein, da New School University, que foi ministrado em 2006. Os áudios completos em PM3 estão disponíveis, jutamente com a ementa do curso. Clique aqui para acessá-lo!
E também clique aqui para obter a lista completa dos áudios em MP3 de todos os cursos gravados do prof. Bernstein, que incluem dois cursos sobre Hegel (um de 1994 e outro de 2006) e mais dois cursos completos sobre Kant.
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Marxismo Pós-Moderno 21 Fevereiro, 2009
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Acompanhe aqui as aulas do professor Stephen Resnick, na University of Massachusetts at Amherst, em seu curso (atualmente em andamento) sobre marxismo. A abordagem dita “pós-moderna” é uma crítica direta ao caráter determinista de diversas teorias marxitas sobre o capitalismo. Resnick faz uso de Lenin, Mao, Lukács, Althusser, Saussure, Rorty, Freud, Derrida e Foucault para desenvolver sua própria perspectiva, dita sobre-determinista, e cujo ponto de entrada é uma teoria de classes. A tentativa é a de demarcar a epistemologia que caracteriza o marxismo como discurso e como prática política, diferenciando-o de outras perspectivas que enfatizam relações hipoteticamente bem-definidas de causa e efeito. O ataque é direto contra a versão ‘oficial’ do materialismo enquanto determinismo econômico em última instância, assim como definido originalmente por Engels. A análise é provocativa. Os aúdios serão colocados semanalmente neste blog. Confira! E clique aqui para ver a ementa do curso.
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Dossiê Marxista da Crise 11 Fevereiro, 2009
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Cliquem aqui para acessar o Dossiê Marxista da Crise, elaborado pela Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP).
E aproveito para começar a divulgação do XIV Encontro Nacional de Economia Política:

Sob o título “A Crise Financeira Mundial e as Alternativas de Desenvolvimento da América Latina”, a SEP realizará, em São Paulo, na Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP), de 09 a 12 de junho de 2009, o XIV Encontro Nacional de Economia Política. Mais informações: www.sep.org.br
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Mészàros e o Anti-Keynesianismo 10 Fevereiro, 2009
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“Solução neokeynesiana e novo Bretton Woods são fantasias”
Em entrevista à revista inglesa Socialist Review, István Mészàros, um dos principais pensadores marxistas da atualidade, analisa a crise econômica mundial e critica aqueles que apostam que ela será resolvida trazendo de volta as idéias keynesianas e a regulação. “É uma fantasia que uma solução neo-keynesiana e um novo Bretton Woods resolveriam qualquer dos problemas dos dias atuais”, defende Mészàros. Para ele, estamos vivendo a maior crise na história humana, em todos os sentidos.
Judith Orr e Patrick Ward – Socialist Review
Em 1971 István Mészàros ganhou o Prêmio Deutscher pelo seu livro A Teoria da Alienação em Marx e desde então tem escrito sobre o marxismo. Em janeiro deste ano, ele conversou com Judith Orr e Patrick Ward, da Socialist Review, sobre a atual crise econômica.
Versão em português: Agencia Carta Maior
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O Katrina Financeiro e o Enigma do Capital 22 Janeiro, 2009
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Escute aqui a palestra do professor David Harvey no painel de discussão intitulado “The Disruption: Left Interpretations of the Financial Crisis”, organizado lepo Center for Place, Culture and Politics, the Center for Humanities e Brecht Forum na City University of New York Graduate Center – 29 de Outubro de 2008. Clique aqui para escutar (em inglês), ou clique aqui para ir ao site original (que contém também os slides da apresentação).
Ou ainda escute aqui uma conferência do mesmo professor David Harvey sobre os enigmas do capital, realizada em 14 de novembro de 2008 no City University of New York Graduate Center. Clique aqui para ouvir (em inglês).
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World Association for Political Economy 2009 22 Janeiro, 2009
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Call for Papers
The Fourth Forum of the World Association for Political Economy (WAPE)
Nation, State, and Democratic Governance of the Global Economy and Politics
May 28-29, 2009 in Paris, France
Hosted by World Association for Political Economy and Gabriel Peri Foundation
WAPE, registered at Hong Kong, China, is an international academic organization founded on an open, non-profit, and voluntary basis by Marxian economists and related groups all around the world. The standing body of WAPE includes the council, secretariat, academic committee and advisory committee. The mission of WAPE is to utilize modern Marxian economics to analyze and study the world economy, reveal the law of development and its mechanism, and offer proper policies to promote economic and social improvement on the national and global level, so as to improve the welfare of all the people in the world. The First WAPE Forum, “Economic Globalization and Modern Marxian Economics”, was successfully held in April 2006 in Shanghai University of Finance and Economics, China. The Second WAPE Forum, “The Political Economy of the Contemporary Relationship between Labor and Capital in the World”, was successfully held in October 2007 in the University of Shimane, Japan. In May 2008, over one hundred and forty Marxian economists from thirteen countries in five continents attended the Third WAPE Forum held in Tsinghua University, China, to probe into the theme “Marxism and Sustainable Development”. A statement adopted at the Third WAPE Forum, “On Marxism and Sustainable Development,” can be found on the WAPE website at <www.wape2006.org/en>.
The Fourth WAPE Forum, “Nation, State, and Democratic Governance of the Global Economy and Politics”, will be hosted by Gabriel Peri Foundation on May 28-29, 2009 in Paris, France, and will announce the annual award of “Top Ten Academic Achievements of World Marxist Economics”.
Chico de Oliveira e a Crise da Globalização 11 Janeiro, 2009
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Em entrevista à Carta Maior, Chico de Oliveira analisa o que considera ser a primeira grande crise da globalização capitalista. “Estamos diante de algo maior que a própria manifestação financeira da crise; algo que persistirá para além dela e condicionará todos os passos da história neste século”, afirma. O sociólogo torce para que o PT tenha coragem e capacidade para ajudar o país a deflagrar um ciclo inédito de investimento pesado na economia. “Algo como criar cinco Embraer’s por ano”, exemplifica.
VI Colóquio Marx e Engels 8 Janeiro, 2009
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O Centro de Estudos Marxistas (Cemarx), do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), iniciou a chamada de trabalhos para o VI COLÓQUIO INTERNACIONAL MARX E ENGELS. A inscrição de trabalhos estará aberta entre 2 de março e 15 de junho de 2009. O Colóquio Internacional Marx e Engels acolhe, fundamentalmente, dois tipos de comunicações: as que tomem a teoria marxista como objeto de pesquisa, seja para analisar essa teoria, criticá-la ou desenvolvê-la, e as que utilizem o aparato conceitual do marxismo em pesquisas empíricas ou teóricas que se enquadrem nos Grupos Temáticos desse evento. A inscrição de trabalhos poderá ser feita entre 2 de março e 15 de junho de 2009. O pesquisador deverá preencher a ficha de inscrição na página do Cemarx (www.unicamp.br/cemarx). Além disso, deverá enviar duas cópias impressas de seu trabalho para o Cemarx, juntamente com uma cópia da ficha de inscrição.
Clique aqui para mais informações.
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Marx, Althusser e Pós-Modernismo 11 Dezembro, 2008
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Escute aqui três aulas sobre Marx e Althusser segundo a interpretação pós-modernista do professor Richard Wolff, do Departamento de Economia da University of Massachusetts. Trata-se da apresentação de uma solução para o chamado problema da “inversão” marxista da dialética hegeliana. O professor Wolff faz uso do conceito althusseriano de sobre-determinação para mostrar que a dialética de Marx requer uma nova noção de causalidade e a rejeição de qualquer determinismo econômico, inclusive – parafraseando Engels – “em última instância”.
[Parte 1] + [Parte 2] + [Parte 3]
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Stiglitz e Mészáros Comentam a Crise 25 Novembro, 2008
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Joseph Stiglitz, prêmio Nobel em Economia, expõe (em Out/2008) suas opiniões sobre a crise nos EUA em uma palestra na University of Manchester. Clique aqui para ouvir.

E para quem preferir uma análise sobre o mesmo assunto mas com um ponto de vista marxista, clique aqui para ler a interpretação de István Mészáros em seu artigo The Unfolding Crisis and the Relevance of Marx no periódico Monthly Review. Clique aqui para ler o artigo original em inglês ou clique aqui para ler o artigo traduzido para português.
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Políticas Monetária e Fiscal Após a Crise Financeira 16 Novembro, 2008
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O professor Malcolm Sawyer, do Departamento de Economia da Univesity of Leeds (UK), apresentou suas idéias no Political Economic Research Institute (PERI) na University of Massachusetts sobre as implicações da presente crise financeira sobre as políticas monetária e fiscal, em especial sobre governos que fazem uso do mecanismo de metas de inflação.
Clique aqui para ver os slides (.ppt) da apresentação.
Rethinking Marxism Conference 2009 14 Novembro, 2008
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New Marxian Times
Umass Amherst
November 5, 2009 – November 8, 2009
New Marxian Times will be held over four days, beginning on Thursday evening, 5 November 2009 and ending on Sunday afternoon, 8 November 2009. In addition to two plenary sessions and an art exhibition, there will be concurrent panels, workshops, and art/cultural events. RETHINKING MARXISM’s six previous international conferences have each attracted more than 1000 students, scholars, and activists. They have included keynote addresses and plenary sessions, formal papers, roundtables, workshops, art exhibitions, video presentations, activist discussions, and cultural performances. Similar events are planned for the next international conference, RM09: New Marxian Times.
Click here to see the complete program.
Click here for more information.
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A Geografia da Acumulação 3 Novembro, 2008
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O professor David Harvey, em recente entrevista, faz diversos comentários sobre a nova geografia da acumulação.
Clique aqui para ler a entrevista.

Eric Hobsbawn também resolveu dar os seus pitacos sobre os impactos da presente crise nos EUA.
Clique aqui para escutar sua entrevista na rádio londrina BBC.

E caso você ainda esteja interessado sobre a crise e o fim da apalogia aos hipotéticos mecanismos de auto-ajuste dos mercados, clique aqui para ler a entrevista do professor François Chesnais.
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Perspectivas do Desenvolvimento para o Século XXI 31 Outubro, 2008
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Quando o Capitalismo Bate no Ventilador 11 Outubro, 2008
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“When Capitalism Hits the Fan”. Este é o título da conferência ministrada por Richard Wolff, professor de Economia da University of Massachusetts at Amherst, na qual ele apresenta sua intepretação para a crise “financeira”. As aspas aqui são propositais, pois denotam a intenção do referido professor em afirmar que não se trata de uma crise específica do setor financeiro, mas sim uma crise sistêmica que tem sua origem na estagnação dos salários reais na década de 1970. A tese apresentada pode ser resumida como segue: entre os anos de 1820 e 1970, nos EUA, o crescimento dos salários reais acompanharam o crescimento da produtividade do trabalho. Entretanto, a partir de 1971-1973, justamente após o final dos acordos de Bretton Woods, tal tendência não mais se verificou: a produtividade continuou a subir, mas os salários reais estagnaram. Dentre os principais motivos para esta nova dinâmica destacam-se a revolução digital, o aumento da concorrência internacional (em especial advinda de países como Japão, Coréia do Sul e China) e a inserção de milhões de novos indivíduos no mercado de trabalho, em especial as mulheres e os asiáticos. O resultado foi o severo aumento da participação dos lucros (em detrimento dos salários) na renda nacional. Contudo, o padrão de felicidade norte-americano, assentado principalmente no consumo, tornara-se um problema para os assalariados, pois a massa salarial não era mais suficiente para comprar as mercadorias produzidas com a referida ascedente produtividade. Duas soluções concomitantes se apresentaram para os trabalhadores: (a) o aumento de horas trabalhadas (que se refletiu em aumento dos índices de depressão, divórcios, esgotamento físico e suicídio); (b) quando a elevação da jornada não era suficiente para manter as contas em dia, as famílias se endividaram. A resposta a isso viria também por parte dos capitalistas, em específico os capitalistas financeiros, ao perceberem que empréstimos aos trabalhadores poderiam se constituir como uma nova e importante fonte de lucros. Em lugar de aumento de salários, os capitalistas utilizaram os lucros extras para conceder empréstimos aos trabalhadores para que essem pudessem continuar consumindo, permitindo assim uma acumulacao de capital em escala ainda maior. Ou seja, os assalariados perdiam duplamente: primeiro com salários reais estagnados por 30 anos, e depois com endividamentos familiares nunca antes vistos nos EUA. E os capitalistas ganharam duplamente: com o lucro das vendas, e adicionalmente com os juros que cobram dos empréstimos para o consumo das mercadorias que eles mesmos produzem. Do lado dos empresários o cenário seria perfeito: massa de lucros crescentes e uma classe trabalhadora devidamente disciplinada pelo endividamento familiar. O período 1970-2008 foi, consequentemente, o interregno em que as famílias mais se endividaram nos EUA para manter o seu padrão de consumo. Os assalariados hipotecaram suas casas, em alguns casos mais de uma vez, como garantia destes empréstimos. A realização dos lucros dos capitalistas estava, então, completa, e o sistema financeiro passou a efetuar uma série de operações para alavancar ainda mais recursos, vendendo e revendendo hipotecas e alastrando estas operações por todo sistema econômico. A crise atual é, assim, o produto deste processo que dominou o cenário dos EUA durante os últimos 30 anos.
Caso você também queira saber como proseguiu a discussão com o público presente após a palestra, clique aqui para ouvir o áudio.
Este post também foi publicado por Paulo Henrique Amorim em seu blog Conversa Afiada. Clique aqui para conferir.
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Seminário 150 Anos dos Grundrisse 6 Outubro, 2008
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O Grupo de Pesquisa em Economia Política Contemporânea do Cedeplar-UFMG está organizando um seminário em comemoração aos 150 anos dos Grundrisse der Kritik der Politischen Ökonomie.
O evento será realizado nos dias 14 e 15 de outubro, no auditório 4 da FACE-UFMG, em Belo Horizonte, e contará com a presença de pesquisadores do país e do exterior.
Clique aqui para ver a programação.
Clique aqui para ver o cartaz de divulgação do seminário.
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URPE at Eastern Economics Association Conference (EEA) 26 Setembro, 2008
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URPE at the Eastern Economics Association Annual Conference
February 27-March 1, 2009
New York City
The deadline for paper and panel proposals is October 31, 2008.
In its second year, we hope to make URPE @EEA especially significant for junior faculty and advanced graduate student members of URPE. It is an opportunity to get experience in session-organizing and becoming connected professionally as well as an opportunity to present very interesting research in heterodox theory and empirics.
Clique aqui para mais informações.
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Crotty Fala Sobre a Crise nos EUA 25 Setembro, 2008
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O professor James Crotty, do Departamento de Economia da University of Massachusetts (at Amherst), deu uma entrevista na qual expõe sua opinião sobre os mecanismos e as razões para a recente crise que abala o sistema financeiro norte-americano. Vale a pena conferir.
Audio da Parte 1 (em inglês) + Audio da Parte 2 (em inglês)
Fonte: http://corporatewatchdogmedia.blogspot.com/
Crotty também escreveu um excelente texto, intitulado Structural Causes of the Global Financial Crisis: A Critical Assessment of the ‘New Financial Architecture’ , sobre a hodierna estrutura do mercado financeiro dos EUA. Clique aqui para acessá-lo.
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II Colóquio Marx e os Marxismos 13 Setembro, 2008
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Na semana de 15 a 19 de setembro será realizado na FFLCH-USP o II Colóquio Marx e os Marxismos, atividade do Programa de Pós-graduação em Sociologia da USP, organizado pelos professores Ricardo Musse e Ruy Braga. Além das tradicionais mesas-redondas com especialistas convidados, o Colóquio apresentará sessões de comunicação de alunos sobre os seguintes temas: Marx e Engels; II e III Internacionais Comunistas; Marxismo Ocidental; Marxismo na América Latina; Marxismo Contemporâneo.
Para a programação completa, clique aqui.
LAPORDE 2009 8 Setembro, 2008
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The First Latin American Advanced Programme on Rethinking Macro and Development Economics
Hosted by São Paulo School of Economics FGV/SP. Sao Paulo – Brazil
12 January – 16 January, 2009
The São Paulo School of Economics, with support from FAPESP and Ordem dos Economistas do Brasil, is hosting the first advanced summer programme on rethinking macro and development economics to be held in Latin America, from January 12-16, 2009. The programme builds on the successful experience of the Cambridge Advance Programme on Rethinking Development Economics (CAPORDE), which has taken place during each of the last eight years in Cambridge,UK. The programme will admit a select group of 25 or so young academics from developing countries with a focus in Latin America, providing them with lectures, discussions, and research workshops with leading scholars on cutting edge topics in macro and development economics from a number of critical perspectives. There will be no tuition fees for the course. A limited number of scholarships will be available for some of the applicants to finance travel, accommodation and subsistence. The scholarships will be granted based on CVs. The programme is mainly intended for young academics. Confirmed lecturers include Gabriel Palma (Cambridge University), Ha-Joon Chang (Cambridge University), Jomo, K.S. (Assistant-Secretary General, UN), Jose Antonio Ocampo (Columbia University), Jan Kregel (Univ. of Missouri), Yoshiaki Nakano (São Paulo School of Economics) and Luiz Carlos Bresser-Pereira (São Paulo School of Economics).
Cliquem aqui para mais informações.
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Reading Marx’s Capital with David Harvey 8 Setembro, 2008
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O professor emérito David Harvey, da City University of New York (CUNY), disponibiliza em seu blog os videos e audios de seu curso sobre o Volume I de O Capital. Para conferir, clique aqui.
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A Esquerda Difícil 1 Setembro, 2008
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Seminários sobre Teoria Crítica
Expositor: Prof. Ruy Fausto (DF-USP)
Texto: Sobre a Política de Marx
Dia: 03 de Setembro de 2008, quarta-feira
Horário: 10h00
Local: Sala 100 no prédio das Ciências Sociais – FFLCH- USP
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Dinheiro Inconversível, Derivativos Financeiros e Capital Fictício: A Moderna Lógica das Formas 6 Agosto, 2008
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Defendi no dia 05 de agosto de 2008 a minha dissertação de mestrado, intitulada “Dinheiro Inconversível, Derivativos Financeiros e Capital Fictício: A Moderna Lógica das Formas“. A banca, realizada pelo Departamento de Economia da FEA-USP, foi composta pelos professores Leda Paulani (minha orientadora, FEA-USP), Eleutério Prado (FEA-USP) e Maria de Lourdes Mollo (Economia, UnB); e ainda contou com a presença (na platéia) do professor emérito Ruy Fausto (Filosofia, USP).
Este trabalho é uma tentativa de mostrar as limitações da teoria econômica marxista em face ao capitalismo do pós-1971 (pós Bretton Woods) e, além disso, tenta explicar a atual dinâmica do mercado financeiro (principalmente via derivativos financeiros) com categorias marxistas. Ou seja, é ao mesmo tempo um trabalho crítico a Marx e um trabalho que tenta fazer a teoria marxista avançar sobre a realidade monetária e financeira atual.
Cliquem aqui para o PDF completo da dissertação.
Cliquem aqui para o audio (MP3) das argüições na defesa. Ou cliquem aqui para o audio em WAV. A ordem das falas é: (a) Abertura da defesa com Leda Paulani; (b) Argüição inicial de Tomas Rotta; (c) Arguição de Maria de Lourdes Mollo; (d) Respostas de Tomas Rotta; (e) Argüição de Eleutério Prado; (f) Respostas de Tomas Rotta; (g) Comentários de Leda Paulani; (h) Pedido de intervalo para deliberação por Leda Paulani.
Cliquem aqui para o audio (MP3) do resultado da deliberação da banca. Ou cliquem aqui para o audio em WAV.
Agradeço ao meu padrinho Heleno Rotta por haver lembrado de gravar a defesa!
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Diálogos Capitais 29 Julho, 2008
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A revista Carta Capital realizará na FGV-SP uma debate sobre desenvolvimento econômico, e contará com diversos debatedores de primeira linha.
Desenvolvimento Econômico: Outro Quadro Internacional, Novos Desafios
Data: segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Local: auditório da Fundação Getulio Vargas – São Paulo
Avenida Nove de Julho, 2.029 – Bela Vista
(próximo à estação de Metrô Trianon-Masp)
Programação e inscrições: clique aqui
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Mais Sobre a Recente Crise Financeira 29 Julho, 2008
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Vejam aqui mais um artigo sobre a recente crise financeira nos EUA, entitulado Global Instability and Challenges to the Dollar: Assessing the Current Financial Crisis, por David McNally.
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Marxistas Falam sobre a Recente Crise Financeira 17 Julho, 2008
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Sete marxistas comentam a recente crise financeira nos EUA:
1. Fred Moseley: The Long Trends of Profit
2. Costas Lapavitsas: A New Sort of Financial Crisis
3. Leo Panitch: The Crisis Depends on the Fightback
4. Simon Mohun: An Era of Rampant Inequality
5. Trevor Evans: The Imbalances in the System are Unsustainable
6. Dick Bryan: The Inventiveness of Capital
Clique aqui para ver os artigos.
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Paul Krugman no BNDES 17 Julho, 2008
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Crise Financeira Internacional e Crescimento da Economia Brasileira
Palestrante: Paul Krugman
Data: 24 de Julho de 2008 (quinta-feira)
Horário: 10:30 às 12:00
Local: Auditório Arino Ramos Ferreira (BNDES – Rio de Janeiro/RJ)
Inscrições: convite@bndes.gov.br
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Congresso SEPLA 2008 23 Junho, 2008
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A Sociedade de Economia Política Latino-Americana (SEPLA) promoverá nos dias 22, 23 e 24 de outubro de 2008, na Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade de Buenos Aires, o colóquio internacional intitulado América Latina: Cenários do Novo Século. Novos Desafios e Horizontes de Transformação.
Data limite para entrega dos resumos (abstracts): 31 de julho.
Data limite para entrega da versão final do artigo: 15 de setembro.
Data limite para aviso sobre o aceite dos trabalhos: 25 de setembro (por email).
Formato dos artigos: fonte Time New Roman 12; espaçamento 1,5; margens de 2cm (mínimo); até 25 páginas (incluindo referências e gráficos); arquivo PDF
Local: Facultad de Ciencias Económicas de la Universidad de Buenos Aires
Mais informações: http://sepla.icidac.org/Coloquio4.htm
coloquiosepla@gmail.com
Marx X Minsky 22 Maio, 2008
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Está em aberto um interessante debate em um egroup dos alunos do Mestrado em Economia da FEA-USP que se iniciou com a provocativa pergunta: “Qual argumento o Minsky usa para explicar a razão pela qual as pessoas não aprendem com as crises passadas?”. Aqui eu apresento os melhores momentos da controvérsia.
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III Seminário do BC sobre Risco, Estabilidade Financeira e Economia Bancária 14 Maio, 2008
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Acontecerá no dia 27 de maio – terça-feira das 08h30 às 18h, na sala Andalucia do Hotel Gran Meliá Mofarrej – Alameda Santos,1437 – São Paulo.
Confirmar presença até o dia 20.05.08 terça-feira
e-mail: eventos.depep@bcb.gov.br
[Programação]
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O Brasil de Hoje e a Alemanha do Século XIX 14 Maio, 2008
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Quando Marx (2002, p.16-17; Vol.I)* escreveu O Capital com o objetivo de “descobrir a lei econômica do movimento da sociedade moderna” ele o fez tendo em vista a Inglaterra, “campo clássico dessa produção”. Mas, como transpor suas idéias para um país periférico com o Brasil? Parece que a história, até agora, contrariou os dizeres deste autor de que o “país mais desenvolvido não faz mais do que representar a imagem futura do menos desenvolvido”. E, seus dizeres atinentes à Alemanha daquele século parecem ser bem propícios para o Brasil de nossa época, que é atormentado “não apenas pelo desenvolvimento da produção capitalista, mas também pela carência desse desenvolvimento. Além do males modernos, oprime a nós [...] uma série de males herdados, originários de modos de produção arcaicos, caducos, com seu séqüito de relações políticas e sociais contrárias ao espírito do tempo”. (*) Marx (1890/2002) O Capital (Livro I). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira
Inauguração 14 Maio, 2008
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Esta mensagem inicial serve para marcar a inauguração deste blog dedicado à teoria econômica marxista, com o objetivo de atualizá-la em face aos novos desafios teóricos colocados pela economia mundial desde os anos 1970. O título “Marx21 – Teoria Econômica Marxista para o Século XXI” reflete justamente a intenção de adequar esta teoria aos novos objetos que a realidade efetiva produziu.
Este blog serve como um ponto de encontro para interessados neste debate, fornecendo working papers, artigos, teses, dissertações, monografias, compilações de journals e congressos, compilação de centros de pesquisa e ensino, ementas de disciplinas de graduação e pós-graduação, sempre em caráter nacional e internacional e que estejam engajados com o avanço da teoria econômica crítica. Acima de tudo, este espaço deseja servir como lugar de debate e de aprendizado, pois como dizia Hegel, o conceito move-se pela força do negativo.
E lembremos também outras palavras de Hegel na Fenomenologia do Espírito: a verdade não é algo que se descobre e o conhecimento não é um instrumento para se chegar a ela; a verdade se produz.




