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Frase da Semana
Marx blamed California—the Gold Rush and its resultant monetary stimulus to world trade—for prematurely ending the revolutionary cycle of the 1840s. In the immediate aftermath of 2008, so-called BRICs became the new California. Airship Wall Street fell from the sky and crashed to earth, but China kept flying, with Brazil and Southeast Asia in tight formation. India and Russia also managed to keep their planes in the air. The resilient levitation of the BRICs astounded investment advisors, economic columnists and professional astrologers—all of them proclaiming that China, or India, could now hold up the world with one hand, or that Brazil would soon be richer than Spain. Their euphoric credulity, of course, arose from an ignorance of the superb sleight-of-hand techniques used by the Houdinis in the People’s Bank of China. Beijing itself, in sharp contrast, has long expressed significant fears about the country’s over-dependence upon exports, the insufficiency of household purchasing power, and the existence of an affordable-housing shortage side-by-side with an immense real-estate bubble. "
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“Hardt and Negri are here describing the process that the ideologists of today’s ‘postmodern’ capitalism celebrate as the passage from material to symbolic production, from centralist-hierarchical logic to the logic of self-organisation and multi-centred co-operation. The difference is that Hardt and Negri are faithful to Marx: they are trying to prove that he was right, that the rise of the general intellect is in the long term incompatible with capitalism. The ideologists of postmodern capitalism are making exactly the opposite claim: Marxist theory (and practice), they argue, remains within the constraints of the hierarchical logic of centralised state control and so can’t cope with the social effects of the information revolution. There are good empirical reasons for this claim: what effectively ruined the Communist regimes was their inability to accommodate to the new social logic sustained by the information revolution. They tried to steer the revolution, to make it yet another large-scale centralised state-planning project. The paradox is that what Hardt and Negri celebrate as the unique chance to overcome capitalism is celebrated by the ideologists of the information revolution as the rise of a new, ‘frictionless’ capitalism” – Zizek
A grande maioria dos católicos agradece a Deus pela comida na mesa. E assim rezam antes de comer. Mas o que devem fazer aqueles não têm o que comer, ou que têm pouca comida na mesa? Seria Deus injusto? Deveriam estes agradecer a Deus por não terem comida? Outros católicos também agradecem a Deus por terem filhos ou filhas nascidos sem defeitos, sejam estes físicos ou mentais. O que devem fazer então os pais daquelas crianças portadoras de necessidades especiais? Também agradeceriam a Deus por terem filhos “menos perfeitos”?
É comum, e cada vez mais comum, ver gente rica fazendo caridade ou filantropia. Por que será? Alguns acham que é porque os ricos têm bom coração e carinho pelo próximo, ainda que sejam ricos. Mas é possível também que haja uma explicação um pouco diferente para a atual situação. Acredito que os ricos gostem de caridade por terem medo de que os pobres tomem conta de si mesmos.
A teoria econômica convencional apoia-se na suposição de que os agentes econômicos são racionais. “Racional” significa simplesmente otimizador, intertemporal ou não, para um dado conjunto de preferências. Racional é aquele indivíduo que busca a melhor forma de atingir uma dada finalidade. O conceito, entretanto, padece de uma tautologia que o enfraquece substancialmente. A tautologia existe porque o princípio da racionalidade é puramente formal, vazio de qualquer conteúdo. E se qualquer ação pode ser teorizada como racional, então o conceito de racionalidade é de fato inútil. Dizer que os indivíduos são otimizadores (ou maximizadores) não implica afirmar nada sobre o que estão otimizando. Para tornar algo racional, só preciso garantir que há otimização, e escolher “adequadamente” o objeto da otimização.
Theodor Adorno costumava dizer que “a verdade aparece nos extremos”. A desocupação de Pinheirinho é certamente um momento extremo, e a verdade do capitalismo aparece nua. Como uma síntese de especulação imobiliária, favorecimento pessoal e uso da polícia estatal como monopólio da violência, o episódio sórdido em São José dos Campos mostra o que o capitalismo brasileiro tem a oferecer. A total desproporção entre uma comunidade que vive literalmente na lama e o poder econômico de Naji Nahas evidencia como o nosso sistema econômico de fato não existe para satisfazer o que as pessoas desejam. O PSBD do governador Geraldo Alckmin deu uma real lição de falta de democracia e injustiça. Policiais sem identificação e a imprensa impedida de cobrir o evento já denunciavam o teor da operação.
Quem deve o quê e a quem? A BBC de Londres preparou um gráfico interativo para evidenciar a rede internacional de endividamento entre EUA, membros da Zona do Euro, Inglaterra e Japão. O gráfico é realmente muito interessante e instrutivo, com dados específicos sobre cada país, seu nível de endividamento externo, e como credores e devedores estão conectados internacionalmente. Basta clicar sobre cada país para obter o gráfico dos fluxos de dívida. As flechas são proporcionais ao volume de endividamento e à direita pode-se ter mais informações acerca do país selecionado.
No décimo aniversário da guerra no Afeganistão, a State University of New York (SUNY) em Stony Brook preparou um relatório sobre a composição étnica, origem geográfica, nível de educação, nível de renda, bem como as razões para entrar no exército, dos soldados norte-americanos mortos em combate. O relatório foi preparado com dados dos obituários de todos os 1,446 homens e mulheres que morreram entre 2001 e 2010. Leia aqui o relatório completo, intitulado “American Military Deaths in Afghanistan, and the Communities from Which These Soldiers, Sailors, Airmen, and Marines Came“, de autoria de Michael Zweig, Michael Porter e Yuxiang Huang.
Acompanhe aqui na íntegra a entrevista do economista Delfim Netto para o programa Canal Livre da rede Bandeirantes. Delfim falou sobre os caminhos da economia mundial e como o Brasil participará neste cenário de grandes mudanças. A crise na Europa, a competição chinesa, o risco de desindustrialização no Brasil, a exportação de produtos primários, a valorização cambial e os juros são alguns dos temas abordados.
Welcome to Summer University (SUN), a very special postgraduate study-abroad program within Central European University (CEU). CEU’s Summer University is a postgraduate study-abroad opportunity in Budapest, one of the great capital cities in the heart of Europe. CEU is a graduate-level research-intensive university specializing in the social sciences, humanities, public policy, and management. Please read the following directions carefully and before starting the application process; please visit the relevant links on the course web pages for specific information on the academic content (faculty list, course description, etc.), course dates, application deadlines and requirements, eligibility and financial information at
“O mundo já ingressou na segunda fase da crise. É fácil compreender as razões. A primeira fase atingiu o pico no outono de 2008, quando caíram as grandes instituições financeiras estadunidenses, quando começou a recessão e quando a crise se propagou para o resto do mundo. As lições da crise de 1929 foram bem aprendidas. Os bancos centrais intervieram massivamente para sustentar as instituições financeiras (com medo de uma repetição da crise bancária de 1932) e os déficits orçamentários dos Estados atingiram níveis excepcionais. Mas essas medidas keynesianas, estimulando a demanda, só podiam ter por efeito uma sustentação temporária da atividade. Os governos dos países do centro ainda não tomaram consciência do caráter estrutural da crise. Eles agem como se a crise tivesse sido puramente financeira, já ultrapassada; entretanto, as medidas keynesianas só criaram um sursis. Nenhuma medida antineoliberal séria foi tomada nos países do centro. São apenas políticas que visam o reforço da exploração das classes populares”.
Marxist Studies Center- Cemarx at University of Campinas – Unicamp
¿Qué tal si deliramos, por un ratito? Vamos a clavar los ojos más allá de la infamia, para adivinar otro mundo posible:
A maioria das pessoas, assim como o faz a teoria econômica tradicional, insistem em caracterizar o capitalismo como um sistema de escassez. Famosa tornou-se a definição de ciência econômica como a ciência social que estuda a “produção e distribuição de recursos escassos para fins determinados”. A realidade do capitalismo, entretanto, nos fornece fortes evidências de que ambas produção e distribuição referem-se à bens e serviços em excesso. Longe de um mundo de escassez, o atual sistema econômico acumula estatísticas sobre o desperdício sistemático de recursos.
June 16 – 24, 2012 | Levy Economics Institute, Bard College, US



